Informática
20/05/2008 - 09h23

SP sedia final brasileira de campeonato mundial de games

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da Folha Online

A cidade de São Paulo vai sediar entre os dias 30 de maio e 1º julho a etapa brasileira da ESWC (Electronic Sports World Cup), um dos principais campeonatos de games do mundo. Haverá disputa de Counter Strike, jogo que está proibido no Brasil desde o ano passado.

Apesar disso, a organização informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que o torneio será mantido. Em fevereiro, a Campus Party, evento de tecnologia que também aconteceu em São Paulo, suspendeu o campeonato em razão da proibição. No ano passado, uma equipe brasileira, a Made in Brazil, ficou em quarto lugar na final mundial do torneio de Counter Strike.

Também estarão em disputa vagas nas categorias dos jogos Defense of the Ancients (Dota) e Trackmania Nations. O evento, aberto ao público gratuitamente, será realizado no Centro Universitário Senac, no campus Santo Amaro.

No total, mais de 200 jogadores vão concorrer a cerca de 25 vagas na delegação brasileira que vai disputar a edição mundial do torneio, que será realizada em agosto em San José, nos Estados Unidos.

As etapa nacionais do ESWC acontecem em outros 52 países --no Brasil, o campeonato é realizado desde 2003. As preliminares para fase brasileira da competição ocorrem entre os meses entre os meses de abril e maio, em LAN houses.

Comentários dos leitores
Fernando Martínez (25) 20/06/2009 05h11
Fernando Martínez (25) 20/06/2009 05h11
Sinceramente esse Juiz não tem a menor noção de que os jogos não causam a violência, que lamentavelmente já faz parte da natureza humana. Vejam por exemplo, o "inocente" desenho animado Tom & Jerry, não existe nada mais violento do que o mesmo e PASMEM! com censura LIVRE, deixando o CS parecer coisa para bebês. Dizer que por causa de um jogo saiu por aí matando gente é mera desculpa de PSICOPATA! Esse tal juiz deveria ser expulso por incompetencia. e acima de tudo, IGNORÂNCIA. sem opinião
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Glauber Felix de Castro (7) 19/06/2009 21h36
Glauber Felix de Castro (7) 19/06/2009 21h36
Eu lembro que na época eu ri da proibição pois não serviria de nada. E assim foi. O jogou continuou sendo comprado e amplamente jogado. E o juiz beócio formado em alguma universidade da Coréia do Norte não conseguiu aparecer também. Não conseguem proibir efetivamente nem o tráfico de drogas e armas quanto mais um joguinho inocente. Só falta agora proibirem Mario Bros com a desculpa de que criança pode sair por aí dando cabeçada em tijolo pra ganhar dinheiro. HILÁRIO, SEU "DOUTÔ"! 6 opiniões
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Saimon Douglas Cavalcante (2) 19/06/2009 18h02
Saimon Douglas Cavalcante (2) 19/06/2009 18h02
Nossa o brasil quase não tem com o que nossos juristas se preocuparem, corrupção, pedofilia, trafico de drogas, desvios de verbas em todas as areas, vão se preocupar com um simples jogo ... admiravel esse juiz ou seja quem for que não tem o minimo de bom senso.,lamentavel 4 opiniões
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