Falha em rede da Claro deixa bairros do Rio sem celular
da Folha Online
Um problema técnico na rede da Claro fez com que bairros do Rio tivessem problemas no uso de celular nesta quarta-feira (16) -- usuários não conseguiam completar as ligações. A empresa confirma uma " instabilidade da rede" entre 11h30 e 15h30, mas informa que a falha foi resolvida.
Segundo a Claro, o problema atingiu basicamente os serviços de voz. A empresa afirma que o assunto ainda está em estudo, mas investigações preliminares afirmam que a falha ocorreu no sistema de transmissão da operadora.
Essa é ao menos a quarta falha em sistemas de comunicação registrada no Brasil em julho. O primeiro foi uma pane na rede da Telefônica, que prejudicou o acesso em todo o Estado de São Paulo, com indisponibilidade ou falta de qualidade da conexão. A empresa admite o problema entre os dias 2 e 3 de julho, porém, ainda no dia 5, clientes e provedores apontavam falha no sistema.
Também no dia 5, o rompimento de dois cabos de fibra óptica da Oi deixou parte dos Estados do Maranhão e do Pará sem conexão por internet ou telefone celular. A empresa afirma que os dois acidentes foram causados por "obras de terceiros" na região, que romperam os cabos em lugares diferentes.
E um outro rompimento de cabos de fibra óptica, dessa vez da Telefônica, deixou onze cidades do Estado de São Paulo sem serviço de telefonia fixa no dia 8 de julho. O problema atingiu as cidades de Dracena, Adamantina, Tupi Paulista, Parapuã, Panorama, Pacaembu, Ouro Verde, Osvaldo Cruz, Lucélia, Junqueirópolis e Flórida Paulista.
Após o problema com a rede de internet da Telefônica, a organização de defesa do consumidor Pro Teste pediu que o Congresso crie uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para analisar a qualidade do serviço prestado por provedores. Para a instituição, a pane foi "só a gota d'água".
O objetivo da CPI seria "identificar os motivos pelos quais o serviço é tão ruim, embora esse mercado seja, aparentemente, concorrido e lucrativo", segundo o órgão afirma, em nota.
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Devo pertencer aos 5 % que não terão possibilidade de conexão na Banda Larga Popular.
Se houvesse um barateamento da Internet 3G, 3.5G, 4G, com certeza muitos migrariam para estas novas tecnologias.
Devemos sonhar ou nos iludir? que um dia contaremos com internet com fibra ótica na porta de casa, "sinergizados" com vários formatos de mídia em alta definição e alta velocidade (e qualidade) de transmissão e receção de dados. (Isso é real no Oriente já faz um bom tempo...
Ainda não reclamei na ANATEL, mas acho que seria um caminho ou maiores aborrecimentos até conseguir ser atendido pela Ouvidoria
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