Informática
29/07/2008 - 19h02

Internautas usam YouTube e Twitter para registrar terremoto nos EUA

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da Folha Online

Minutos após um terremoto de 5,4 graus na escala Richter ter atingido o sul da Califórnia nesta terça-feira (29), internautas já se movimentavam para postar vídeos e mensagens sobre o assunto em sites como Twitter e YouTube.

Os filmes mostram relatos pessoais sobre a experiência e também fatos curiosos --vídeos mostram como participantes do "Big Brother", que exibe sua décima edição no país, reagiram ao tremor, dentro e fora da casa. Após o terremoto, a emissora parece ter interrompido a transmissão das câmeras da casa e passou a exibir a imagem de um aquário.

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Em jogo de futebol, menino cai em razão de terremoto nos EUA
Em jogo de futebol, menino cai em razão de terremoto nos EUA; cena está no YouTube

Um dos internautas estava brincando com um cão quando o terremoto ocorreu. Em outro, garotos estão jogando futebol em uma casa, quando caem no chão em razão do tremor.

Na plataforma de miniblogs Twitter, uma das mais ágeis da rede, usuários comentam sobre a importância da ferramenta, dada sua rapidez em relação à imprensa.

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Participantes do "Big Brother" ficam assustados com terremoto, em cena postada no YouTube
Participantes do "Big Brother" ficam assustados com terremoto

"Bem antes que a informação estivesse na grande mídia, tweets [mensagens do Twitter] eram transmitidos de forma rápida. Eu digo novamente, que eventos como esse demonstram o poder do serviço de micromensagens do Twitter", opinou o usuário VentureBeat.

O terremoto ocorreu às 11h42 (15h42 em Brasília). Não há informações sobre vítimas ou danos materiais. O tremor foi sentido de Los Angeles a San Diego e, de forma leve, em Las Vegas.

Dez tremores secundários foram sentidos nos minutos seguintes, incluindo três com intensidade estimada em 3,8 graus, e a agência dos EUA estimou que o epicentro estava a 13 km abaixo da superfície.

O Estado da Califórnia, situado sobre falhas tectônicas --entre elas as mais ativas do mundo--, vive sob o temor do "Big One" -- sismo devastador previsto para ocorrer sobre a falha de San Andreas. Cientistas estimam que há 70% de riscos de que ele possa se produzir nos próximos 30 anos.

 

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