Debate nos EUA eleva tráfego de mensagens no Twitter em 160%
da Folha Online
O debate entre os candidatos à presidência nos Estados Unidos, realizado na última sexta-feira (26), fez com que o tráfego de mensagens no Twitter aumentasse em 160%, na comparação com o mesmo horário da semana anterior. O portal de microblogs, em que internautas postam textos de até 140 caracteres, lançou um canal especial para as eleições.
De acordo com o site, sextas-feiras são dias com menor tráfego no Twitter, mas o cenário mudou no dia do debate. Contando todo o dia, as atualizações de posts cresceram 18,5% em relação à semana anterior. O número de logins no sistema cresceu 23% naquele dia e 135% durante o período do embate entre Barack Obama e John McCain.
A expectativa é que os resultados se repitam no debate entre os candidatos à vice-presidência americana, o democrata Joe Biden e a republicana Sarah Palin. O confronto ocorre nesta quinta-feira, às 22h de Brasília.
O Twitter lançou uma seção específica para as eleições. O sistema filtra mensagens relacionadas ao tema e relaciona tudo em um só canal. A idéia é mostrar o que os usuários estão pensando sobre o tema --em razão do volume de textos, fica difícil acompanhar mensagem por mensagem. Obama e McCain também têm contas no Twitter.
Restrições
Esse tipo de iniciativa ainda está engatinhando no Brasil. Só ontem, a quatro dias das eleições municipais no país, o Google anunciou oficialmente um canal específico para o pleito. O MySpace tentou uma iniciativa semelhante, mas acabou desistindo.
As próprias regras do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) são um entrave para isso. O órgão restringiu a campanha apenas aos sites dos candidatos, limitando a utilização de blogs e redes sociais.
Segundo resolução do TSE, os candidatos podem utilizar apenas uma página de internet com o domínio "can.br" ou outras terminações para fazer campanha. O texto determina que esses sites sejam cancelados após as eleições.
O uso de blogs, e-mails ou a criação de perfis em sites de relacionamentos não estão previstos na resolução.
Entretanto, decisões de tribunais regionais eleitorais abriram brechas a essas restrições. Cidades como Curitiba, Fortaleza e Rio permitem a utilização de redes sociais para as campanhas. Em São Paulo, os candidatos podem colocar links para vídeos do YouTube em seus sites.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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