Informática
16/10/2008 - 08h46

Crise mundial derruba confiança dos investidores do Vale Silício

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colaboração para a Folha Online

O Índice de Confiança dos Investidores de Risco do Vale Silício registrou a sexta queda consecutiva e atingiu no terceiro trimestre deste ano 2,89 pontos (contra 3,07 pontos no trimestre anterior), em uma escala de zero a cinco pontos. Trata-se da menor taxa desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 2004.

De acordo com o estudo, feito com 33 investidores do Vale do Silício, região dos Estados Unidos onde ficam importantes empresas do setor, a crise financeira internacional, que afeta principalmente a economia norte-americana, está prejudicando os investimentos em pesquisa e tecnologia por parte das empresas.

Esse tipo de investidor é importante para o mercado de tecnologia, pois financia empresas promissoras, que precisam de investimento para crescer. O Sequoia Capital, por exemplo, está por trás do sucesso de Google e Yahoo!, entre outras.

O levantamento é feito desde o primeiro trimestre de 2004 por Mark Cannice, professor da Universidade de San Francisco. O índice apurado com 33 investidores da região registrou o pico de otimismo no primeiro trimestre de 2007, quando atingiu 4,38 pontos. O resultado de 2,89 registrado no terceiro trimestre deste ano mostra a primeira vez que o índice fica abaixo de 3 pontos.

"A deterioração sem precedentes das condições macroeconômicas e o conseqüente impacto sobre o modelo de negócio levou o investidor de risco à menor confiança", afirmou Cannice, em nota.

De acordo com um representante da Capital Vision, Dan Syrrist, os investimentos em fundos para o Vale do Silício "estão congelado devido às incertezas". Já Igor Sill, da Genebra Venture Partners, afirma que os investimentos estão apertados e as aplicações com fraco rendimento deverão ser encerradas.

Para a Universidade de San Francisco, será difícil sair desse cenário de pessimismo.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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