Crise mundial derruba confiança dos investidores do Vale Silício
colaboração para a Folha Online
O Índice de Confiança dos Investidores de Risco do Vale Silício registrou a sexta queda consecutiva e atingiu no terceiro trimestre deste ano 2,89 pontos (contra 3,07 pontos no trimestre anterior), em uma escala de zero a cinco pontos. Trata-se da menor taxa desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 2004.
De acordo com o estudo, feito com 33 investidores do Vale do Silício, região dos Estados Unidos onde ficam importantes empresas do setor, a crise financeira internacional, que afeta principalmente a economia norte-americana, está prejudicando os investimentos em pesquisa e tecnologia por parte das empresas.
Esse tipo de investidor é importante para o mercado de tecnologia, pois financia empresas promissoras, que precisam de investimento para crescer. O Sequoia Capital, por exemplo, está por trás do sucesso de Google e Yahoo!, entre outras.
O levantamento é feito desde o primeiro trimestre de 2004 por Mark Cannice, professor da Universidade de San Francisco. O índice apurado com 33 investidores da região registrou o pico de otimismo no primeiro trimestre de 2007, quando atingiu 4,38 pontos. O resultado de 2,89 registrado no terceiro trimestre deste ano mostra a primeira vez que o índice fica abaixo de 3 pontos.
"A deterioração sem precedentes das condições macroeconômicas e o conseqüente impacto sobre o modelo de negócio levou o investidor de risco à menor confiança", afirmou Cannice, em nota.
De acordo com um representante da Capital Vision, Dan Syrrist, os investimentos em fundos para o Vale do Silício "estão congelado devido às incertezas". Já Igor Sill, da Genebra Venture Partners, afirma que os investimentos estão apertados e as aplicações com fraco rendimento deverão ser encerradas.
Para a Universidade de San Francisco, será difícil sair desse cenário de pessimismo.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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