Após processo por discriminação, site lança serviço para gays
da France Presse, em Nova York
O site norte-americano de encontros eHarmony.com terá de lançar um serviço para homossexuais, homens e mulheres, que busquem um relacionamento. A medida ocorre depois que o portal foi posto na Justiça por discriminação.
Um acordo amistoso divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Departamento de Justiça de Nova Jersey prevê que o eHarmony comece a oferecer os serviços "homem procura homem" e "mulher procura mulher" até 31 de março de 2009, no máximo.
O acordo foi conseguido após três anos de tramitação de uma ação aberta por Eric McKinley, que tem, agora, direito a um ano de afiliação gratuita no eHarmony e a US$ 5.000 de indenização por danos morais.
O eHarmony, fundado em 2000 pelo psicólogo Neil Clark Warren, ligado à organização conservadora Focus On The Family (Foco na Família, em português), terá de pagar US$ 50 mil por custos judiciais e corrigir sua comunicação para esclarecer que "não discrimina em função da orientação sexual".

