Deterioração da economia reduz estimativas de venda de PCs
da Reuters, em Taipei
da Folha Online
A empresa de pesquisas iSuppli revisou drasticamente, para baixo, sua estimativa de crescimento das vendas de computadores pessoais em 2009, diante da rápida deterioração das condições dos mercados globais, o que enfraquece a demanda por PCs.
A iSuppli agora espera que as vendas de computadores cresçam 4,3% em 2009 --antes, a previsão era de 11,9%. A empresa também reduziu a expectativa de desempenho do setor em 2010, para um crescimento de 7,1%, ante estimativa inicial de 9,4%.
'O resultado da turbulência financeira é menos dinheiro a ser gasto", afirma o analista Matthew Wilkins, da iSuppli. 'Com menos dinheiro, mercados como os de PCs são impactados.'
A iSuppli afirma que as vendas de desktops devem cair 5% no ano que vem, enquanto a comercialização de notebooks deve crescer 15%, alavancada principalmente pelos ultraportáteis --estes computadores vêm crescendo em vendas desde o ano passado, principalmente nas regiões de Europa, Oriente Médio e África.
Prova disso é que, pela primeira vez desde a fusão com a Compaq, no terceiro trimestre deste ano a HP perdeu a liderança nessas regiões --a Acer, que tem participação mais forte nos ultraportáteis, ficou com a posição. Entretanto, fora dos ultraportáteis, a perspectiva para a indústria em geral é pior.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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