Informática
04/12/2008 - 08h00

YouTube anuncia restrições a conteúdo sexual

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da Folha Online

O YouTube anunciou a criação de restrições ao acesso de vídeos que tenham conteúdo sexual, insinuação de nudez ou nudez sem sexo. A medida também contempla cenas reais e ficcionais de violência.

Segundo o site da PC World nos EUA, o material será "algoritmicamente rebaixado" na página principal do YouTube. O anúncio do portal de vídeos informa que o material não figurará na lista de mais vistos e nos vídeos favoritos.

A dramatização de cenas sexuais será avaliada pela equipe do YouTube, conforme seu teor. Embora receba, a cada minuto, 13 horas de gravações dos seus usuários --tornando mais difícil a eliminação de vídeos indesejados-- o conteúdo pornográfico explícito prossegue expressamente proibido.

Reprodução
Vídeos cujo conteúdo seja insinuante ou sem sexo explícito serão "algoritmicamente rebaixados"
Vídeos cujo conteúdo seja insinuante ou sem sexo explícito serão "algoritmicamente rebaixados"; sexo explícito permanece proibido

Pressão

Ainda segundo a PC Wold, tanto este anúncio quanto o da orquestra colaborativa vêm em meio ao aumento da pressão para responder à concorrência do Hulu (serviço pertencente aos grupos Fox e NBC), que recebeu muita atenção da mídia norte-americana.

O "New York Times" se referiu ao Hulu como o site "mais proeminente para integrar programas de TV e filmes", na medida em que passou a desconstruir, sistematicamente, os problemas percebidos com o YouTube.

Apesar dos comentários, a empresa de consultoria Nielsen Online mostrou uma pesquisa que demonstra a hegemonia do portal de vídeos do Google: há 5,3 milhões de inserções apenas em setembro, enquanto o Hulu apresentava meros 142.261.

 

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