Para críticos, serviço de mapas do Google viola privacidade
da Folha de S.Paulo
Os serviços de mapas do Google sofrem críticas semelhantes às recebidas pelo buscador: invasão de privacidade e divulgação de informações sensíveis.
Um grupo de professores e advogados japoneses pediu ao Google, no fim do ano passado, que parasse com um recurso (Street View) que permite a visualização do nível da rua de alguns pontos no Google Earth e no Maps, alegando que o serviço violava o direito à privacidade.
Nos EUA, já houve casos de registros, nos serviços de mapas da empresa do megabuscador, de uma mulher se bronzeando e de um homem saindo de uma casa de striptease.
Atualmente, as pessoas que aparecem passíveis de identificação no recurso Street View têm o rosto borrado para tentar evitar esse tipo de problema.
Em uma ocasião, o Pentágono, órgão militar dos EUA, pediu que a empresa retirasse algumas imagens sensíveis à segurança do país do programa --solicitação aceita pelo Google.
Autoridades da Índia disseram que o Google Earth pode ter auxiliado no planejamento dos ataques terroristas que mataram mais de 170 pessoas, em novembro, no país.
Com agências internacionais
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