Informática
19/05/2009 - 08h52

Venda de PCs no Brasil cai 47,7% desde o início da crise

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JULIO WIZIACK
da Folha de S.Paulo

Levantamento da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) mostra uma queda de 47,7% na venda de computadores desde o terceiro trimestre de 2008, quando a crise se agravou, até março de 2009. Comparando o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano anterior, a queda é de 12%.

"Não voltaremos aos patamares de antes da crise", diz Ivair Rodrigues, diretor da IT Data, consultoria responsável pelo estudo para a associação.

No terceiro trimestre de 2008, as vendas de computadores (PCs e notebooks) foram de 3,276 milhões de unidades. Esse número vinha caindo consecutivamente e, em março passado, fechou em 2,217 milhões.

A primeira explicação é a alta de preços. Estima-se que, na média, os computadores ficaram entre 20% e 25% mais caros entre setembro de 2008 e março passado. Isso porque seus componentes, a maior parte importados, sofreram alta com a variação cambial (o dólar ficou mais caro).

A desvalorização cambial afetou o setor, mas o principal impacto da alta dos preços foi a falta de peças no mercado. "Em 2008, os fornecedores de insumos registraram prejuízos e cortaram a oferta. Isso pressionou os preços dos equipamentos", diz Rodrigues. Com a queda nas vendas, a indústria de computadores diminuiu as encomendas. Resultado: para se protegerem, os fornecedores cortaram a produção.

Hugo Valério, diretor de Informática da Abinee, diz não acreditar que esse problema tenha afetado o Brasil. "Não faltaram insumos", diz. "Talvez para alguma empresa que já estava em dificuldades na hora de negociar contratos, devido à escassez de crédito na praça."

"Já estamos assistindo a uma retomada. Devemos fechar 2009 com 12 milhões de unidades vendidas", diz. Para o IT Data, a conta fechará em 10,7 milhões de computadores comercializados, em 2009, contra 11,7 milhões, em 2008.

Comentários dos leitores
ernani sefton campos (164) 07/12/2009 20h12
ernani sefton campos (164) 07/12/2009 20h12
Seria interessante a Receita divulgar os valores recolhidos em Novembro/09;devem ter estourado a boca do balão = isenções perdões de divida, parcelamento, etc...
Estou curioso para saber.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (81) 05/12/2009 10h10
Olmir Antonio de Oliveira (81) 05/12/2009 10h10
A respeito de agências de classificação de riscos, a coisa esta como sempre foi, quando for para melhor é sempre, invariavelmente assim demorado, mas se for para pior é sempre no mesmo dia ou quanto muito no dia seguinte, moral estamos sempre refém, escravos, subordinados aos "grandes" aos donos so "sistema", eternos colonizados. O País tem potenciais claros, campos amplos para se desenvolver, inovar, criar conceitos, dar oportunidades ao trabalhador e aos empeendedores. Exemplifico, temos uma industria alcool quimica engatinhando (o mesmo poderia se fazer com a produção de oleos de palmeiras, da soja, do milho, de outros agricolas.....), para industrias quimicas de primeira geração ou segunda geração, o leque de produtos possiveis é amplos, plásticos, tecidos, quimicos diversos..... 2 opiniões
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sergio barbosa (233) 04/12/2009 22h36
sergio barbosa (233) 04/12/2009 22h36
Mentira mentira
Tá GRAFADO nos registros do MINISTÉRIO DA SAÚDE:
""" O Minstro da Saúde, JAMAIL HADAD, no exercício de suas atribuíções FAZ PUBLICAR A REGUÇLAMENTAÇÃO, concernentes a FABRICAÇÃO, DISTRITUILÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DOS medicamentos ALTERNATIVOS, sem nome fantasia, denominados GENÉRICOS.....""
LEMBRANDO:
Esse ""cara"" o PAI DOS GENÉRICOS, médico, formado pela UNIVERSIDADE DO BRASIL, ATUAL UFRJ, do PARTIDO PSB
NO governo ITAMAR, FOI QUEM FEZ A COISA
Hoje tem plagiador DESCARADO MENTINDO NA TV,
em programa enganação......
É, conseguem ludibriar a 10%.........
3 opiniões
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