Centro de divulgação sobre protestos no Irã, Twitter decide adiar manutenção
da Folha Online
O Twitter decidiu adiar uma interrupção programada do serviço, para atualização do sistema, em razão dos protestos no Irã. Tópicos relacionados à polêmica eleição no país, em que o atual presidente, Mahmoud Ahmadinejad, foi reeleito, estão entre os mais comentados do sistema de microblogs.
A surpreendente maioria alcançada por Ahmadinejad, que aparecia atrás do reformista Mir Hossein Mousavie nas pesquisas de opinião, gerou uma onda de violência e de protestos em todo o país --ontem, ao menos sete pessoas e dezenas ficaram feridos em manifestações, segundo relatos da rádio nacional iraniana Payam.
A manutenção do Twitter deveria ter sido feita ontem, mas foi adiada para hoje às 18h no horário de Brasília.
| Efe-15.jun.09 | ||
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| Manifestantes incendiam carro e atacam prédio nos protestos desta segunda-feira; |
"Sob coordenação do Twitter, nosso gerenciador de rede tinha planejado uma atualização para esta segunda-feira. Entretanto, nossos parceiros na NTT America reconhecem que o Twitter se tornou uma importante ferramenta de comunicação no Irã", diz Biz Stone, cofundador do Twitter, no blog do serviço. Ele afirma que a medida representa "um grande risco" para o Twitter e outros clientes da NTT America.
Manifestantes estão usando o Twitter para disseminar informações sobre os protestos, apesar dos esforços das autoridades do país em bloquear notícias e dados sobre o assunto. Houve, por exemplo, bloqueio das mensagens de texto, dos sites que apoiam Mousavie e do site de relacionamentos Facebook.
Tags como "#iranelection" (eleições no Irã), "Tehran" (Teerã, capital do país) e "Iranians" (iranianos) estão entre os mais comentados do Twitter.
Segundo medição do site twist.flaptor.com, na manhã desta terça-feira (16) a tag "iranelection" estava presente em 1,29% dos textos publicados no Twitter --no pico, esse índice já foi de 2,03%. Já "Teheran" chegou a 0,95% dos posts e "Iranians", a 0,8%.
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"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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