Informática
17/06/2009 - 13h40

EUA pediram que Twitter adiasse manutenção após protestos no Irã, diz jornal; site nega

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da Folha Online

Um oficial do Departamento de Estado dos Estados Unidos pediu que o Twitter adiasse uma parada programada no serviço, em razão da importância da rede social nos protestos realizados no Irã após as eleições no país. A informação foi divulgada pelo jornal "The New York Times", mas os administradores do Twitter negam a informação.

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Depois da reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, eclodiram no Irã manifestações contra o resultado do pleito. Com a forte censura e restrições do governo iraniano, os partidários do candidato reformista derrotado e líder da oposição, Mir Hossein Mousavi, apelam para a internet, mais especificamente para o Twiter, para noticiar o que acontece nas ruas da capital durante os protestos em massa.

O "NYT" afirma que Jared Cohen enviou um e-mail para os responsáveis pela rede social pedindo o adiamento da manutenção --inicialmente previsto para segunda-feira (15), o serviço foi feito ontem.

"Foi apenas um contato para dizer: 'Parece que o Twitter está desempenhando um papel importante em um período crucial no Irã. Vocês poderiam manter o serviço?'", afirma P.J. Crowley, secretário-assistente de Estado para relações públicas.

Entretanto, Biz Stone, cofundador do Twitter, nega essa interferência. "É importante notar que o Departamento de Estado não tem influência em nosso processo de tomada de decisão", diz. "Nós decidimos adiar essa manutenção porque os acontecimentos no Irã estão diretamente relacionados ao aumento na importância do Twitter como rede de informação e comunicação", diz.

Outro fundador do Twitter, Jack Dorsey, afirmou durante evento em Nova York que o uso do site pelos iranianos é "maravilhoso". "De repente tudo o que está acontecendo lá fica muito próximo", diz. "Isso é realmente importante e mostra realmente o que é o Twitter".

O porta-voz do Departamento de Estado, Ian Kelly, reconheceu que o governo dos EUA acompanha a situação no Irã por diferentes meios, incluindo o Twitter e a rede social Facebook, mas evitou responder perguntas sobre uma eventual ordem oficial sobre o serviço.

Comentários dos leitores
Valentin Makovski (217) 03/11/2009 15h23
Valentin Makovski (217) 03/11/2009 15h23
Eu não duvido de nada, se os EUA em alguns anos, implantarem algumas bases de mísseis de longo alcance no Iraque, pois estão lá e tem mais de 100 mil soldados, agora lógico. A Russia esta fazendo o mesmo apoio ao Irã, Pra ser mais exato, a guerra fria ainda não acabou só mudou de época. Lógico com vantagem dos EUA, mas a Russia tem seus prô e contras, ainda tem tecnologia suficiente e possui o maior arsenal de bombas atômicas. EUA estão no paquistão não para combater o Taliban, estão presentes numa região que demanda conflitos eternos, e que sempre terá um para vender armas, e tecnologia. Sabemos de praxe Srs (as) que guerras são grande negócios, em valores astronômicos. Antes não se dava ênfase á aquela região, hoje em dia a região é estratégica para as super potencias, envolve muito dinheiro e conflitos a vista. Por isso tanto interesse e tanta movimentação bélica. sem opinião
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J. R. (1126) 18/10/2009 13h21
J. R. (1126) 18/10/2009 13h21
RU treina soldados iraquianos para proteger seus poços de petróleo.
"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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J. R. (1126) 28/09/2009 14h07
J. R. (1126) 28/09/2009 14h07
Alguns não querem que o Brasil se aproxime do Irã, outros não querem que se aproxime do criminoso Israel, porém lembrem-se que estão num país que não tem rabo preso. O presidente do Irã virá, o ministro de Israel, Kadafi, Obama. Isso é liberdade e autodeterminação. De que adianta essa panacéia com relação ao mundo árabe? Nada. 1 opinião
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