EUA pediram que Twitter adiasse manutenção após protestos no Irã, diz jornal; site nega
da Folha Online
Um oficial do Departamento de Estado dos Estados Unidos pediu que o Twitter adiasse uma parada programada no serviço, em razão da importância da rede social nos protestos realizados no Irã após as eleições no país. A informação foi divulgada pelo jornal "The New York Times", mas os administradores do Twitter negam a informação.
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Depois da reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, eclodiram no Irã manifestações contra o resultado do pleito. Com a forte censura e restrições do governo iraniano, os partidários do candidato reformista derrotado e líder da oposição, Mir Hossein Mousavi, apelam para a internet, mais especificamente para o Twiter, para noticiar o que acontece nas ruas da capital durante os protestos em massa.
O "NYT" afirma que Jared Cohen enviou um e-mail para os responsáveis pela rede social pedindo o adiamento da manutenção --inicialmente previsto para segunda-feira (15), o serviço foi feito ontem.
"Foi apenas um contato para dizer: 'Parece que o Twitter está desempenhando um papel importante em um período crucial no Irã. Vocês poderiam manter o serviço?'", afirma P.J. Crowley, secretário-assistente de Estado para relações públicas.
Entretanto, Biz Stone, cofundador do Twitter, nega essa interferência. "É importante notar que o Departamento de Estado não tem influência em nosso processo de tomada de decisão", diz. "Nós decidimos adiar essa manutenção porque os acontecimentos no Irã estão diretamente relacionados ao aumento na importância do Twitter como rede de informação e comunicação", diz.
Outro fundador do Twitter, Jack Dorsey, afirmou durante evento em Nova York que o uso do site pelos iranianos é "maravilhoso". "De repente tudo o que está acontecendo lá fica muito próximo", diz. "Isso é realmente importante e mostra realmente o que é o Twitter".
O porta-voz do Departamento de Estado, Ian Kelly, reconheceu que o governo dos EUA acompanha a situação no Irã por diferentes meios, incluindo o Twitter e a rede social Facebook, mas evitou responder perguntas sobre uma eventual ordem oficial sobre o serviço.
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"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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