Simpatizantes da web ajudam manifestantes iranianos em "batalha" virtual
da France Presse, em San Francisco
da Folha Online
Pessoas de todo o mundo ajudam, por meio da internet, os opositores ao governo iraniano a driblar a censura, filtrar notícias de confrontos e a evitar a detenção.
Fotos, vídeos e atualizações dos acontecimentos nas ruas de Teerã continuam chegando aos sites de relacionamento como Twitter, Facebook, YouTube ou Flickr, apesar dos esforços do governo iraniano de tornar inacessíveis os telefones celulares e a internet.
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"A revolução pode não ser 'televisionada' no Irã, mas pode ser 'twittada'", disse o usuário kaplanmyrth, nesta quarta-feira (17), em uma das mensagens no Twitter, em alusão à música "The Revolution Will Not Be Televised", do cantor e poeta norte-americano Gil Scott-Heron (que, posteriormente, intitularia um documentário feito sobre as eleições do presidente venezuelano Hugo Chávez).
Os aliados on-line dos iranianos fizeram conexão com servidores proxy, ou seja, computadores com acesso à internet que podem ser usados por pessoas dentro do Irã para se esquivarem do bloqueio imposto a fim de conter a divulgação de notícias sobre as manifestações.
Além disso, é difícil bloquear todo o serviço de satélite e telefônico do país porque isso cortaria as comunicações militares e as da polícia, explicou um técnico durante conferência em Nova York dedicada ao uso do Twitter.
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"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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