Anatel diz que proibição da venda do Speedy vale a partir de hoje; operadores ainda vendem assinaturas
da Folha Online
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informou que a publicação de despacho no "Diário Oficial da União" já vale como notificação oficial à Telefônica sobre a proibição da venda de novas assinaturas do Speedy. Portanto, segundo a agência, a empresa não pode oferecer o serviço a partir desta segunda-feira (22).
Entretanto, a Telefônica afirma que, por lei, tem 24 horas para adotar a medida, determinada pela agência após os casos de pane no serviço registrados nos últimos meses. A companhia não informa em qual legislação está se baseando, nem quando pretende interromper a venda de assinaturas.
Operadores do serviço de atendimento da Telefônica informavam, por volta das 12h30, que os consumidores ainda podem fazer aquisição normalmente.
Multa
Caso a decisão seja descumprida, a companhia está sujeita a multa de R$ 15 milhões e de R$ 1.000 para cada unidade comercializada. A agência não determinou um período específico para a suspensão, mas afirma que a medida vai vigorar até que a "empresa declare que foram implementadas medidas que assegurem a efetiva regularização do serviço e que a Anatel a comprove".
A Telefônica tem até 30 dias para apresentar um plano para áreas como planejamento de contingências e implantação de redundância de redes e sistemas críticos, como forma de garantir o funcionamento do Speedy. Também deve ser mostrado um cronograma para que essas medidas sejam adotadas.
Em nota, a empresa afirma que "não tem conhecimento dos termos do processo em trâmite na Anatel e ainda não recebeu cópia de seu informe e da fundamentação do ato". "Por esta razão, a Telefônica aguardará o recebimento oficial para analisar o teor da decisão, considerando as implicações para seus clientes, empregados, fornecedores e acionistas, antes de se pronunciar de maneira mais ampla sobre o tema."
Atualmente, a Telefônica tem cerca de 2,6 milhões de usuários do Speedy no Estado de São Paulo. No primeiro trimestre, foram cerca de 100 mil novas assinaturas, de acordo com a empresa de consultoria Teleco.
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Devo pertencer aos 5 % que não terão possibilidade de conexão na Banda Larga Popular.
Se houvesse um barateamento da Internet 3G, 3.5G, 4G, com certeza muitos migrariam para estas novas tecnologias.
Devemos sonhar ou nos iludir? que um dia contaremos com internet com fibra ótica na porta de casa, "sinergizados" com vários formatos de mídia em alta definição e alta velocidade (e qualidade) de transmissão e receção de dados. (Isso é real no Oriente já faz um bom tempo...
Ainda não reclamei na ANATEL, mas acho que seria um caminho ou maiores aborrecimentos até conseguir ser atendido pela Ouvidoria
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