Crise derruba intenção do brasileiro de comprar computador e celular
da Folha Online
Com a crise mundial, o brasileiro está mais receoso em comprar produtos tecnológicos, como computador e celular, segundo dados da pesquisa Observador Brasil, realizada pela empresa financeira Cetelem em parceria com a consultoria Ipsos.
Em 2008, 17% dos entrevistados afirmaram que tinham a intenção de comprar um PC para casa, uma queda em relação aos 20% registrados em 2007. Com isso a taxa volta para o mesmo nível de 2006. Em relação ao telefone celular, 21% disseram ter intenção de fazer a aquisição, três pontos percentuais a menos que em 2007.
Segundo a consultoria IDC, as vendas de computadores no Brasil devem ficar estagnadas em 2009, depois de anos em crescimento com índice de dois dígitos, repetindo o volume de 12 milhões de máquinas vendidas em 2008.
"Apesar de pequenas diferenças em comparação a 2007, em geral as pretensões de compra dos diversos itens avaliados sofreram uma queda, inclusive telefone celular e computador, que apresentavam maior tendência de crescimento", diz a pesquisa.
As regiões Norte e Centro-Oeste são as que registram maior intenção de compra de computadores, com 26%. A região Sul vem em seguida, com 20%. No Sudeste, a taxa caiu para 27% em 2007 para 17% no ano passado. No Nordeste a taxa ficou estável em 12%.
Na análise socioeconômica, os integrantes das classes A e B também mostraram menor interessem na aquisição de PCs: o índice caiu de 29% em 2007 para 19% em 2008. Na classe C, houve estabilidade em 25%.
De acordo com a pesquisa, o uso da internet ficou praticamente estável no ano passado, em relação a 2008. Os internautas chegaram a 28,6% da população do país, ante um índice de 29,4% em 2007. A maior parte dos brasileiros (11%) acessa a web de casa --3% disseram acessar a web no trabalho.
O estudo foi feito com base em 1.500 entrevistas, realizadas em dezembro de 2008, em 70 cidades, sendo 9 regiões metropolitanas do país.
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Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
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Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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