Informática
01/07/2009 - 16h07

Crise derruba intenção do brasileiro de comprar computador e celular

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da Folha Online

Com a crise mundial, o brasileiro está mais receoso em comprar produtos tecnológicos, como computador e celular, segundo dados da pesquisa Observador Brasil, realizada pela empresa financeira Cetelem em parceria com a consultoria Ipsos.

Em 2008, 17% dos entrevistados afirmaram que tinham a intenção de comprar um PC para casa, uma queda em relação aos 20% registrados em 2007. Com isso a taxa volta para o mesmo nível de 2006. Em relação ao telefone celular, 21% disseram ter intenção de fazer a aquisição, três pontos percentuais a menos que em 2007.

Segundo a consultoria IDC, as vendas de computadores no Brasil devem ficar estagnadas em 2009, depois de anos em crescimento com índice de dois dígitos, repetindo o volume de 12 milhões de máquinas vendidas em 2008.

"Apesar de pequenas diferenças em comparação a 2007, em geral as pretensões de compra dos diversos itens avaliados sofreram uma queda, inclusive telefone celular e computador, que apresentavam maior tendência de crescimento", diz a pesquisa.

As regiões Norte e Centro-Oeste são as que registram maior intenção de compra de computadores, com 26%. A região Sul vem em seguida, com 20%. No Sudeste, a taxa caiu para 27% em 2007 para 17% no ano passado. No Nordeste a taxa ficou estável em 12%.

Na análise socioeconômica, os integrantes das classes A e B também mostraram menor interessem na aquisição de PCs: o índice caiu de 29% em 2007 para 19% em 2008. Na classe C, houve estabilidade em 25%.

De acordo com a pesquisa, o uso da internet ficou praticamente estável no ano passado, em relação a 2008. Os internautas chegaram a 28,6% da população do país, ante um índice de 29,4% em 2007. A maior parte dos brasileiros (11%) acessa a web de casa --3% disseram acessar a web no trabalho.

O estudo foi feito com base em 1.500 entrevistas, realizadas em dezembro de 2008, em 70 cidades, sendo 9 regiões metropolitanas do país.

Comentários dos leitores
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Quem vende commodities não deve construir prédios com mais de 20 andares. Patético sem opinião
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Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
O governo Obama passou ao poder dos bancos mais de dois trilhões de dólares, arrecadados com venda dos títulos da dívida pública americana, que já descambou de 14 trilhões de dólares. Só a China é credora de mais de um trihão de dólares. O Brasil deve ser credor de mais de 200 bilhões de dólares. O maior devedor do mundo são os Estados Unidos.
Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
sem opinião
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Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Caros leitores, digam nomes de empresas de Dubai sem ser ligado ao petróleo.
Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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