Informática
29/09/2009 - 13h12

Após panes, Telefônica anuncia medidas de ampliação na rede de voz

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da Folha Online

A Telefônica anunciou medidas de ampliação na rede de telefonia da empresa, em resposta às duas panes ocorridas nos meses de junho e setembro deste ano.

"É um conjunto de ações de segurança e confiabilidade que serão implementadas gradualmente e estarão totalmente concluídas até meados de 2010", disse o presidente da companhia, Antonio Carlos Valente, à coluna Mercado Aberto, assinada por Maria Cristina Frias e publicada na Folha desta terça-feira (29). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

Veja a cronologia de panes nos serviços prestados pela Telefônica

O anúncio vem logo em seguida de outro feito na semana passada, no qual a companhia informava a conclusão de parte da reestruturação do serviço de banda larga Speedy, e também em seguida dos cinco processos abertos pelo Procon-SP, cada qual relativo a uma pane em ambos os serviços prestados pela Telefônica.

Em nota divulgada no final da manhã de hoje, a companhia informou que haverá a construção de uma rede de sinalização redundante para acesso aos serviços de emergência como Polícia (190), Ambulâncias (192) e Bombeiros (193). Os números de serviços foram os mais afetados durante a pane na telefonia fixa ocorrida em setembro. A pane no sistema ocorreu às 10h50 e durou até 12h10. Neste período, em dias normais, cerca de 2.500 pessoas tentam contato com a polícia. Em razão das chuvas do dia 8 de setembro, a polícia estimou que este número tenha sido bem maior.

A rede de sinalização adicional vai ser implementada gradualmente na cidade de São Paulo, área metropolitana e interior do Estado, e estará totalmente concluída até meados de 2010, segundo informa o comunicado da Telefônica.

A Telefônica disse também que está ampliando também o contingenciamento da rede de sinalização para o tráfego telefônico em todo o Estado de São Paulo. "A ação, que envolve configurações adicionais de segurança, contingenciamento nos pontos atuais e implementação de novos pontos, será desenvolvida até meados de 2010, com melhorias importantes concluídas até o final de 2009", observa a nota.

Comentários dos leitores
thiago cezar (3) 11/11/2009 23h07
thiago cezar (3) 11/11/2009 23h07
Olha deixando de lado as paixões politicas de lado, eu temo pelos clientes (eu, vc, e todos) que se por uma infelicidade vier a ser a telefonica a compradora da gvt, e por um motivo muito simples, o filme da telefonica está queimado. A melhor maneira dela tentar esconder as besteiras que fez e que continua fazendu em relação a prestãção de serviço, é comprar uma empresa que só recebe elogios de seus clientes. Será que nossas autoridades não percebem que uma empresa com o indice de reclamação que a telefonica tem não tem e nem terá jamais condiçoes de adquirir uma outra empresa do mesmo ramo. Se éla não consegue satisfazer os propios clientes...como poderá énsar em entrar em outro mercado??? Sinto muito se esse negócio se concretizar, e muito mais por nós consumidores pq ninguem merece...Esse pessoal da telefonica, visa unicamente o lucro , qualidade no serviço fica pra ultimo plano, e o pior é que os caras tem um paiol inteiro de bala na agulha, se s nossas autoridades deixarem pra classe politica decidir sobre esse serviço tão importante, nós estamos FERRADOS.. . e naum é pouco naum, QUANDO A NOIVA É BONITA ...TODO MUNDO QUER CASAR...mas se a gvt fosse uma empresa queimada no mercado...DUVIDO QUE ÉLA TERIA TANTO INTERESSE ASSIM sem opinião
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Sidnei Roberto Silva (10) 30/09/2009 12h44
Sidnei Roberto Silva (10) 30/09/2009 12h44
A Tefelónica tem deveria entender de uma vez por todas que sua política de investimento está totalmente errada. Como deixou de investir no passado, seu parque geral esta muito desatualizado, equipamentos e, principalmente, mão-de-obra. Deixou de investir em treinamento e abriu mão de profissionais capacitados em prol do lucro fácil e imediato. Quanto ao governo, que deveria fiscalizar essa empresa, é culpado por omissão, conivência, inoperância. A única maneira legítima de obrigar uma empresa a produzir é através da concorrência. Sem está não há sentindo de comprometimento com os usuários e outras empresas que utilizam este sistema. Vejo muita demagogia, jogo de interesse e despreparo do governo e seus órgão controladores. A crise estava ai para quem quisesse ver. Aonde estava o planejamento do governo para não notar? 5 opiniões
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Silvio Gollega Jr. (1) 15/09/2009 13h15
Silvio Gollega Jr. (1) 15/09/2009 13h15
Nega falta de investimento? Fiquei 5 anos com o serviço speedy volta e meia dando problemas, enviavam técnicos em minha casa que aveliavam o problema e relatavam sempre o mesmo: A central onde meu speedy estava conectado estava sobrecarregada, era preciso um upgrade de equipamentos na central onde ficava meu speedy. Foram 5 anos aturando a mesma resposta. Quando resolvi cancelar o serviço me garantiram que o upgrade estava para ser feito a qualquer momento.
Depois a telefônica vem dizer que "nega falta de investimento...". No problema da minha central, que conectava muitos outros assinantes é que não investiram!
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