Informática
05/10/2009 - 08h32

Governo federal quer apresentar estatuto para internet

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da Folha Online

O governo federal quer uma regulamentação civil para internet, a fim de determinar a responsabilidade civil dos usuários e dos provedores, informa uma reportagem publicada na Folha desta segunda-feira (a íntegra está disponível para assinantes do UOL e do jornal).

A abertura de canal para opiniões e argumentos sobre o que deveria ser regulado será feita por intermédio de um blog adaptado, cujo lançamento vai ocorrer até o final deste mês.

Os temas que o governo deseja discutir são responsabilidade civil de provedores e usuários, a privacidade dos dados, a neutralidade da rede (vedação de discriminação ou filtragem de conteúdo, seja política, seja econômica, seja jurídica) e os direitos fundamentais do internauta, como a liberdade de expressão. O blog colherá opiniões durante 45 dias.

Além das discussões propostas para um marco civil para internet, a intenção também é enfraquecer a Lei Azeredo, para construir uma proposta criminal mais "enxuta". Alguns pontos da lei, no entanto, devem ser aproveitados --como a criminalização da falsificação de documentos eletrônicos.

Comentários dos leitores
Ricardo Perrone (26) 05/10/2009 14h50
Ricardo Perrone (26) 05/10/2009 14h50
Essa tentativa absurda de estabelecer Leis para controlar a Web é coisa de políticos e empresas que não compreende os princípios e a verdadeira dimensão da Web. Acusam a Web de ser palco para a realização de crimes, contudo não percebem que a característica global da rede transcendem o conceito de fronteiras físicas que determinam a aplicabilidade de uma Lei. Não se pode obrigar indivíduos do outro lado do planeta a seguir uma legislação feita aqui no Brasil. Além disso, ninguém é obrigado a integrar a rede mundial. Portanto se uma empresa teme os riscos e não sabe como se defender, então nunca entre na rede!!! Certos tipos de crimes já estão previstos na Lei atual (ex: calúnia e difamação) e a Web é apenas uma midia de divulgação. Logo, quem tem que ser punido é o "individuo e não o meio". O meio de divulgação não pode ser restringido ou mesmo penalizado por práticas criminosas individuais. Obrigar provedores a violar dados pessoais não pode jamais ter uma base legal. Alguns juízes deturpam a interpretação da Lei para a conveniência da investigação. Crimes tem que ser investigados com base em provas e fatos, e não com base em violação de privacidade das pessoas. sem opinião
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Bruno Galiza (1) 05/10/2009 11h33
Bruno Galiza (1) 05/10/2009 11h33
A ditadura está voltando...bem devagar...assim ninguem percebe... sem opinião
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Eduardo Perim (1) 03/08/2009 23h49
Eduardo Perim (1) 03/08/2009 23h49
Falamos tanto nessa tal privacidade, que chega a ser cansativo... Sinceramente só teme tanto quem, por acaso, tem vida dupla. 3 opiniões
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