11/07/2001
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04h52
Depois de assustar músicos e gravadoras, os programas para troca de arquivos entre internautas (conhecidos como "peer-to-peer") começam a provocar a indústria cinematográfica. A razão: filmes que mal saíram de cartaz podem ser encontrados em suas redes, disponíveis a qualquer pessoa que tenha banda larga e um pouco de paciência, no formato DivX.
Encontrar filmes completos na internet, com boa resolução, não é difícil. Basta instalar um programa e procurar por um filme, como se faz com músicas. A diferença é que filmes têm imagens e horas de duração -em vez de apenas alguns minutos de som-, por isso seus arquivos ficam grandes e de difícil compartilhamento.
Mas essa dificuldade não impediu que, no final de junho, sete grandes estúdios de cinema membros da MPAA (Motion Picture Association of America) entrassem com um processo na Justiça dos EUA contra representantes do programa "Aimster" (www.aimster.com). Pelo contrário: a justificativa para o processo é que o programa facilita e encoraja usuários anônimos a copiar e distribuir trabalhos protegidos por leis de direito autoral.
Programas
A maior parte dos programas "peer-to-peer" que surgiram depois do "Napster", diferentemente da criação de Shawn Fanning, permitem que os usuários compartilhem não apenas vídeos mas também imagens e software, além de músicas em MP3.
O "Morpheus", que pode ser encontrado em www.musiccity.com, é um dos programas mais novos e já desponta como um dos principais.
Ele trabalha sobre uma rede fechada, que exige cadastro e login dos usuários, mas não monta um registro central de arquivos. Você recebe o vídeo ou a música diretamente de um ou mais internautas e ainda pode pausar e, depois, retomar os downloads.
O "iMesh" (que está em www.imesh.com) também pode baixar um arquivo de várias pessoas simultaneamente, mas o programa costuma travar com mais frequência e é menos eficaz que o "Morpheus".
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da Folha de S.PauloDepois de assustar músicos e gravadoras, os programas para troca de arquivos entre internautas (conhecidos como "peer-to-peer") começam a provocar a indústria cinematográfica. A razão: filmes que mal saíram de cartaz podem ser encontrados em suas redes, disponíveis a qualquer pessoa que tenha banda larga e um pouco de paciência, no formato DivX.
Encontrar filmes completos na internet, com boa resolução, não é difícil. Basta instalar um programa e procurar por um filme, como se faz com músicas. A diferença é que filmes têm imagens e horas de duração -em vez de apenas alguns minutos de som-, por isso seus arquivos ficam grandes e de difícil compartilhamento.
Mas essa dificuldade não impediu que, no final de junho, sete grandes estúdios de cinema membros da MPAA (Motion Picture Association of America) entrassem com um processo na Justiça dos EUA contra representantes do programa "Aimster" (www.aimster.com). Pelo contrário: a justificativa para o processo é que o programa facilita e encoraja usuários anônimos a copiar e distribuir trabalhos protegidos por leis de direito autoral.
Programas
A maior parte dos programas "peer-to-peer" que surgiram depois do "Napster", diferentemente da criação de Shawn Fanning, permitem que os usuários compartilhem não apenas vídeos mas também imagens e software, além de músicas em MP3.
O "Morpheus", que pode ser encontrado em www.musiccity.com, é um dos programas mais novos e já desponta como um dos principais.
Ele trabalha sobre uma rede fechada, que exige cadastro e login dos usuários, mas não monta um registro central de arquivos. Você recebe o vídeo ou a música diretamente de um ou mais internautas e ainda pode pausar e, depois, retomar os downloads.
O "iMesh" (que está em www.imesh.com) também pode baixar um arquivo de várias pessoas simultaneamente, mas o programa costuma travar com mais frequência e é menos eficaz que o "Morpheus".
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