15/08/2001
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02h59
Para motivar especialistas em algum assunto a responder a perguntas on-line, alguns sites os remuneram com tarifas cobradas dos usuários. No Brasil, o principal exemplo é o SabeSabe (www.sabesabe.com.br), em que as questões são divididas em categorias pagas e gratuitas.
Ao fazer uma pergunta sobre geografia, história ou literatura, por exemplo, o internauta pode ser atendido pela professora Elza Miguel, que promete responder em até 15 horas e cobra cinco créditos (o equivalente a R$ 5) por questão.
Embora já tenha respondido a quase 1.300 perguntas no site desde setembro do ano passado, ela considera a remuneração baixa: "Não paga nem o acesso à internet", afirma. "Faço isso meramente por prazer, para transmitir experiência."
De acordo com os criadores do site, os consultores on-line que respondem a perguntas de categorias pagas costumam receber de R$ 80 a R$ 100 mensais.
Segundo a professora, que se habilita a responder a questões sobre 93 assuntos, a pergunta mais curiosa que recebeu foi sobre uma viagem: "A pessoa que me procurou queria saber como ir de Brasília a Belém por todos os caminhos possíveis. Eu consultei um guia e informei até as condições climáticas do trajeto".
Nos EUA, as páginas de respostas pagas são mais sofisticadas: quem se cadastrar no site InfoRocket (www.inforocket.com), por exemplo, pode solicitar telefonemas de especialistas em diversos assuntos, que cobram uma taxa por minuto de conversação. O mesmo princípio é adotado no site Keen (www.keen.com).
No site Kasamba (http://kasamba.com), os internautas podem falar com consultores por meio de webcams (câmeras que transmitem via internet). O site HelpShare (www.helpshare.com), por sua vez, aposta na liberdade de escolha: em vez de se sujeitar às tarifas cobradas por especialistas, os usuários podem indicar quanto estão dispostos a pagar por uma resposta.
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da Folha de S. PauloPara motivar especialistas em algum assunto a responder a perguntas on-line, alguns sites os remuneram com tarifas cobradas dos usuários. No Brasil, o principal exemplo é o SabeSabe (www.sabesabe.com.br), em que as questões são divididas em categorias pagas e gratuitas.
Ao fazer uma pergunta sobre geografia, história ou literatura, por exemplo, o internauta pode ser atendido pela professora Elza Miguel, que promete responder em até 15 horas e cobra cinco créditos (o equivalente a R$ 5) por questão.
Embora já tenha respondido a quase 1.300 perguntas no site desde setembro do ano passado, ela considera a remuneração baixa: "Não paga nem o acesso à internet", afirma. "Faço isso meramente por prazer, para transmitir experiência."
De acordo com os criadores do site, os consultores on-line que respondem a perguntas de categorias pagas costumam receber de R$ 80 a R$ 100 mensais.
Segundo a professora, que se habilita a responder a questões sobre 93 assuntos, a pergunta mais curiosa que recebeu foi sobre uma viagem: "A pessoa que me procurou queria saber como ir de Brasília a Belém por todos os caminhos possíveis. Eu consultei um guia e informei até as condições climáticas do trajeto".
Nos EUA, as páginas de respostas pagas são mais sofisticadas: quem se cadastrar no site InfoRocket (www.inforocket.com), por exemplo, pode solicitar telefonemas de especialistas em diversos assuntos, que cobram uma taxa por minuto de conversação. O mesmo princípio é adotado no site Keen (www.keen.com).
No site Kasamba (http://kasamba.com), os internautas podem falar com consultores por meio de webcams (câmeras que transmitem via internet). O site HelpShare (www.helpshare.com), por sua vez, aposta na liberdade de escolha: em vez de se sujeitar às tarifas cobradas por especialistas, os usuários podem indicar quanto estão dispostos a pagar por uma resposta.
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