19/09/2001
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04h37
editor de informática
O choro e o desespero de parentes de vítimas, a raiva e a impotência de autoridades, a pregação de organizações guerreiras e pacifistas, tudo isso faz da internet uma caixa de ressonância das emoções que percorrem o mundo desde a manhã do dia 11 de setembro.
Nos primeiros momentos depois do ataque, a rede também foi vítima, afetada pela dificuldade das comunicações. Mas logo se transformou em poderosa forma de divulgação do evento. Milhões reclamaram por não conseguir entrar nos mais importantes sites de notícias, mas isso aconteceu porque outros tantos já estavam plugados.
E logo os principais serviços on-line trataram de dar maior leveza às suas páginas para que fossem acessadas mais facilmente. A fome por informações fez com que o tráfego na internet quebrasse todos os recordes.
As principais áreas noticiosas do UOL tiveram 21.121.161 page views na terça-feira, um aumento de 753% em relação à sua audiência média diária em agosto. Nos Estados Unidos, o site da rede CNN teve 9 milhões de page views na primeira hora depois dos atentados -sua média diária é de 11 milhões de page views.
Mais importante, talvez, a rede passou a servir de vínculo entre as pessoas. Parentes de desaparecidos criaram sites para tentar encontrar ajuda; sobreviventes entraram em fóruns e serviços públicos de e-mail para mandar suas boas notícias.
E internautas de todos os cantos colocaram no ar páginas para passar informações, contando o que estavam vendo, vivendo ou sentindo e dando mais vida ao mundo dos blogs, os diários on-line.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
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RODOLFO LUCENAeditor de informática
O choro e o desespero de parentes de vítimas, a raiva e a impotência de autoridades, a pregação de organizações guerreiras e pacifistas, tudo isso faz da internet uma caixa de ressonância das emoções que percorrem o mundo desde a manhã do dia 11 de setembro.
Nos primeiros momentos depois do ataque, a rede também foi vítima, afetada pela dificuldade das comunicações. Mas logo se transformou em poderosa forma de divulgação do evento. Milhões reclamaram por não conseguir entrar nos mais importantes sites de notícias, mas isso aconteceu porque outros tantos já estavam plugados.
E logo os principais serviços on-line trataram de dar maior leveza às suas páginas para que fossem acessadas mais facilmente. A fome por informações fez com que o tráfego na internet quebrasse todos os recordes.
As principais áreas noticiosas do UOL tiveram 21.121.161 page views na terça-feira, um aumento de 753% em relação à sua audiência média diária em agosto. Nos Estados Unidos, o site da rede CNN teve 9 milhões de page views na primeira hora depois dos atentados -sua média diária é de 11 milhões de page views.
Mais importante, talvez, a rede passou a servir de vínculo entre as pessoas. Parentes de desaparecidos criaram sites para tentar encontrar ajuda; sobreviventes entraram em fóruns e serviços públicos de e-mail para mandar suas boas notícias.
E internautas de todos os cantos colocaram no ar páginas para passar informações, contando o que estavam vendo, vivendo ou sentindo e dando mais vida ao mundo dos blogs, os diários on-line.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
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