19/09/2001
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04h49
Os vírus de computador tornaram-se uma arma terrorista neste ano. O mais célebre deles veio da China e tinha por objetivo atacar o site da Casa Branca. Era o Code Red, lançado na rede em julho.
Como a maior parte dos vírus de hoje, a praga espalha-se por e-mail. Mas com uma diferença: ela havia sido programada para atacar o site da sede do governo dos EUA no dia 20 de agosto.
A ofensiva consistiria em enviar um número suficientemente grande de mensagens, a ponto de causar a chamada recusa de serviço, o que travaria servidores do governo americano. Para evitar a tragédia, os EUA mudaram o endereço IP (número que identifica máquinas ligadas à rede) dos servidores da página da Casa Branca.
Outro atentado cibernético foi a retirada do ar de um site dedicado à milícia afegã Taleban (www. taleban.com), na semana passada. O autor foi um russo, cujo apelido é Ryden. "Não há lugar para sites assim. Eu odeio terror", disse o hacker de 24 anos à Folha.
Outro ciberatentado foi o vírus Mawanella, de maio, que protestava contra o terrorismo no Sri Lanka. Ele espalha-se por e-mail, sem causar danos ao micro, levando a seguinte mensagem: "Duas mesquitas islâmicas e cem lojas foram incendiadas na cidade de Mawanella. Eu condeno isso. Eu posso destruir o seu computador, mas não faço isso porque sou um cidadão amante da paz".
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
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da Folha de S.PauloOs vírus de computador tornaram-se uma arma terrorista neste ano. O mais célebre deles veio da China e tinha por objetivo atacar o site da Casa Branca. Era o Code Red, lançado na rede em julho.
Como a maior parte dos vírus de hoje, a praga espalha-se por e-mail. Mas com uma diferença: ela havia sido programada para atacar o site da sede do governo dos EUA no dia 20 de agosto.
A ofensiva consistiria em enviar um número suficientemente grande de mensagens, a ponto de causar a chamada recusa de serviço, o que travaria servidores do governo americano. Para evitar a tragédia, os EUA mudaram o endereço IP (número que identifica máquinas ligadas à rede) dos servidores da página da Casa Branca.
Outro atentado cibernético foi a retirada do ar de um site dedicado à milícia afegã Taleban (www. taleban.com), na semana passada. O autor foi um russo, cujo apelido é Ryden. "Não há lugar para sites assim. Eu odeio terror", disse o hacker de 24 anos à Folha.
Outro ciberatentado foi o vírus Mawanella, de maio, que protestava contra o terrorismo no Sri Lanka. Ele espalha-se por e-mail, sem causar danos ao micro, levando a seguinte mensagem: "Duas mesquitas islâmicas e cem lojas foram incendiadas na cidade de Mawanella. Eu condeno isso. Eu posso destruir o seu computador, mas não faço isso porque sou um cidadão amante da paz".
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