19/09/2001
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04h50
da Folha de S.Paulo
O terror também está no mundo virtual. Um exemplo é o site www.markazdawa.org, que, extremista, chama os islâmicos para a jihad (mobilização muçulmana para difundir o islamismo) e traz papéis de parede com imagens sangrentas de facas e mísseis em ação. Esse site também se chama www.osamabinladen.cjb.net.
As diferentes interpretações para as leis islâmicas também podem ser conferidas. Para o site muçulmano www.fatwa-online.com, quem comete atentados suicidas deve "arder no fogo do inferno". Para o Markazdawa, quem "dá a vida por Allah" vai para o "jardim onde os rios correm".
Também nessa linha é o www.palestine-info.com/hamas, sobre o grupo extremista Hamas, que promove atentados terroristas contra judeus. Ele vem com uma trágica lista que comemora algumas dessas ações.
Mais leve, um site sobre os terroristas libaneses do Hizbollah (www.hizbollah.org/english/frames/indexeg.htm) faz comparações entre judeus e nazistas.
Radicalismo cibernético
Do lado israelense, também há radicalismo cibernético. Um exemplo é o site racista www.masada2000.org, que defende a expulsão de árabes do território israelense. Na página, os islâmicos são chamados de "o câncer que se espalha" e são retratados em imagens de demônios.
Como contraponto, há o www.batshalom.org. Organizado por mulheres judaicas e palestinas, ele prega a paz entre ambos os povos.
Para saber mais sobre o grupo Al Qaeda, primeiro a ser apontado como suspeito dos ataques aos EUA, passe em www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/shows/binladen/who/alqaeda.html. Líder da organização, o terrorista Osama bin Laden está em www.fbi.gov/mostwant/topten/fugitives/laden.htm.
Sobre o Jihad Islâmico, outro grupo terrorista, há informações em www.ict.org.il/interter/orgdet.cfm?orgid=28.
Órgãos governamentais também são acusados de promover o terrorismo. Veja em www.armyinkashmir.org/articles/pakmili.html, que aponta para o serviço de inteligência do Paquistão (ISI).
O partido Bharatiya Janata (www.bjp.org), da vizinha Índia, faz protestos contra o ISI, ao mesmo tempo em que luta pelo programa nuclear indiano.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
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ALEXANDRE VERSIGNASSIda Folha de S.Paulo
O terror também está no mundo virtual. Um exemplo é o site www.markazdawa.org, que, extremista, chama os islâmicos para a jihad (mobilização muçulmana para difundir o islamismo) e traz papéis de parede com imagens sangrentas de facas e mísseis em ação. Esse site também se chama www.osamabinladen.cjb.net.
As diferentes interpretações para as leis islâmicas também podem ser conferidas. Para o site muçulmano www.fatwa-online.com, quem comete atentados suicidas deve "arder no fogo do inferno". Para o Markazdawa, quem "dá a vida por Allah" vai para o "jardim onde os rios correm".
Também nessa linha é o www.palestine-info.com/hamas, sobre o grupo extremista Hamas, que promove atentados terroristas contra judeus. Ele vem com uma trágica lista que comemora algumas dessas ações.
Mais leve, um site sobre os terroristas libaneses do Hizbollah (www.hizbollah.org/english/frames/indexeg.htm) faz comparações entre judeus e nazistas.
Radicalismo cibernético
Do lado israelense, também há radicalismo cibernético. Um exemplo é o site racista www.masada2000.org, que defende a expulsão de árabes do território israelense. Na página, os islâmicos são chamados de "o câncer que se espalha" e são retratados em imagens de demônios.
Como contraponto, há o www.batshalom.org. Organizado por mulheres judaicas e palestinas, ele prega a paz entre ambos os povos.
Para saber mais sobre o grupo Al Qaeda, primeiro a ser apontado como suspeito dos ataques aos EUA, passe em www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/shows/binladen/who/alqaeda.html. Líder da organização, o terrorista Osama bin Laden está em www.fbi.gov/mostwant/topten/fugitives/laden.htm.
Sobre o Jihad Islâmico, outro grupo terrorista, há informações em www.ict.org.il/interter/orgdet.cfm?orgid=28.
Órgãos governamentais também são acusados de promover o terrorismo. Veja em www.armyinkashmir.org/articles/pakmili.html, que aponta para o serviço de inteligência do Paquistão (ISI).
O partido Bharatiya Janata (www.bjp.org), da vizinha Índia, faz protestos contra o ISI, ao mesmo tempo em que luta pelo programa nuclear indiano.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
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