19/09/2001
-
04h55
Grupos racistas de ultradireita e grupos paramilitares encontraram na internet um meio para divulgar seus ideários.
Os grupos que defendem a supremacia branca (White Supremacy) têm dezenas de sites. Em geral, são pobres, apenas com textos explicativos de projetos. O White Supremacy in the 1990's mostra em sua página (http://nwcitizen.com/publicgood/reports/whitesup.htm) a ideologia que permeia suas ações. Tem endereço fixo para envio de correspondência, além de e-mail e outros documentos.
O manifesto do Unabomber, que mandou várias cartas-bombas, está acessível em www.soci.niu.edu/critcrim/uni/uni.txt. O texto inclui 36 tópicos.
Um banco de dados sobre o American Knights of the Ku Klux Klan com informações de cultos e seitas pode ser consultado em www.gospelcom.net/apologeticsindex/a39.html.
Em italiano, há um site (www.swif.uniba.it/lei/rassegna/010321b.htm) sobre o que pensa e prega o reverendo Jeffrey Berry, um dos líderes da Ku Klux Klan no Estado de Washington.
Alguns grupos de skinheads que pregam a supremacia branca têm um endereço com dezenas de links em www.rahowa.com. Ao consultar a página, é possível acessar lista de classificados, deixar recados e tirar dúvidas.
Outra página sobre o movimento dos Skinheads, em espanhol, pode ser conferida em www.geocities.com/Athens/Crete/7892/skin/skinhead.htm.
A National Rifle Association mantém em seu portal, www.mynra.com, informações e prega o direito de andar armado.
Quem quiser conhecer o discurso controvertido do ator Charlton Heston, que atuou na primeira versão do filme "O Planeta dos Macacos" e que presidiu a entidade defensora do armamentismo pessoal, pode lê-lo em www.vpc.org/nrainfo/speech.html.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
Leia mais:
Ódio, terror e sangue na internet
Internet pulsa com emoções do mundo
Diários on-line narram dia de terror
FBI investiga e-mails suspeitos
Sites de amor vencem as de ódio
Games fogem de referências ao WTC
E-mails trazem piadas sobre os atentados
Vírus ganham novo viés político
Extremismo do Oriente Médio cai na rede
Conheça a história de países árabes na rede
Saiba mais sobre os alvos dos terroristas
Racistas defendem bandeiras na web
Sites pregam contra a violência
Terror europeu tem espaço na web
Racistas defendem suas bandeiras na internet
Publicidade
da Folha de S.PauloGrupos racistas de ultradireita e grupos paramilitares encontraram na internet um meio para divulgar seus ideários.
Os grupos que defendem a supremacia branca (White Supremacy) têm dezenas de sites. Em geral, são pobres, apenas com textos explicativos de projetos. O White Supremacy in the 1990's mostra em sua página (http://nwcitizen.com/publicgood/reports/whitesup.htm) a ideologia que permeia suas ações. Tem endereço fixo para envio de correspondência, além de e-mail e outros documentos.
O manifesto do Unabomber, que mandou várias cartas-bombas, está acessível em www.soci.niu.edu/critcrim/uni/uni.txt. O texto inclui 36 tópicos.
Um banco de dados sobre o American Knights of the Ku Klux Klan com informações de cultos e seitas pode ser consultado em www.gospelcom.net/apologeticsindex/a39.html.
Em italiano, há um site (www.swif.uniba.it/lei/rassegna/010321b.htm) sobre o que pensa e prega o reverendo Jeffrey Berry, um dos líderes da Ku Klux Klan no Estado de Washington.
Alguns grupos de skinheads que pregam a supremacia branca têm um endereço com dezenas de links em www.rahowa.com. Ao consultar a página, é possível acessar lista de classificados, deixar recados e tirar dúvidas.
Outra página sobre o movimento dos Skinheads, em espanhol, pode ser conferida em www.geocities.com/Athens/Crete/7892/skin/skinhead.htm.
A National Rifle Association mantém em seu portal, www.mynra.com, informações e prega o direito de andar armado.
Quem quiser conhecer o discurso controvertido do ator Charlton Heston, que atuou na primeira versão do filme "O Planeta dos Macacos" e que presidiu a entidade defensora do armamentismo pessoal, pode lê-lo em www.vpc.org/nrainfo/speech.html.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
Leia mais:


