13/03/2002
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05h31
free-lance para a Folha
Mostrar produtos que permitem a qualquer usuário de computador produzir seu próprio vídeo digital foi um dos motivos do evento realizado na semana passada, no Rio, pela Aliança para a Difusão do Vídeo Digital, que reúne empresas ligadas a essa tecnologia.
"Reunimos todas as soluções, da filmagem à edição do produto final", diz Ronaldo Nóbrega, da Impacta Tecnologia, empresa que oferece cursos dos softwares necessários.
A Sony entra com as câmeras, a Pinnacle com as placas de captura de vídeo, a Apple, a Adobe e a Alias Wavefront, com programas de edição de vídeo e inserção de efeitos especiais, a Pioneer com gravadores de DVD e a Brasoft com a distribuição de produtos.
Os palestrantes apresentaram produtos consagrados, como a placa Pinnacle Pro-One, de uso profissional, e novidades como o Adobe Photoshop 7, que pela primeira vez foi demonstrado no Brasil. Para a platéia ficou a certeza de que nunca foi tão simples e barato adotar o computador para fazer filmes.
O que antes só era conseguido numa ilha de edição de US$ 30 mil agora é
possível num PC, com investimentos que não ultrapassam os R$ 10 mil. Uma boa câmera de vídeo, placa de captura, softwares de edição e gravador de CD bastam para montar um curta-metragem.
Exemplo das possibilidades foi apresentado pela Pepa Filmes (www.pepafilmes.com.br). Luis Felipe (Pepa), 19, e sua turma faziam gravações desde 1996, mas a edição digital no computador revolucionou o processo e os resultados. "Sem o micro, não poderíamos editar e colocar os efeitos especiais como queremos."
Luis usa um micro equipado com processador Athlon de 900 MHz, 512 Mbytes de memória, placa de vídeo e captura ATI All in Wonder Radeon e disco rígido de 60 Mbytes.
As pérolas do Pepa Filmes podem ser baixadas do site do grupo. E se lembram produções trash, de baixa qualidade, é apenas por uma decisão estética. Elas agora estão até na TV aberta, no programa Descontrole (quadro Momento Insano), da Band.
Evento mostra recursos de edição
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MARCELO NÓBREGAfree-lance para a Folha
Mostrar produtos que permitem a qualquer usuário de computador produzir seu próprio vídeo digital foi um dos motivos do evento realizado na semana passada, no Rio, pela Aliança para a Difusão do Vídeo Digital, que reúne empresas ligadas a essa tecnologia.
"Reunimos todas as soluções, da filmagem à edição do produto final", diz Ronaldo Nóbrega, da Impacta Tecnologia, empresa que oferece cursos dos softwares necessários.
A Sony entra com as câmeras, a Pinnacle com as placas de captura de vídeo, a Apple, a Adobe e a Alias Wavefront, com programas de edição de vídeo e inserção de efeitos especiais, a Pioneer com gravadores de DVD e a Brasoft com a distribuição de produtos.
Os palestrantes apresentaram produtos consagrados, como a placa Pinnacle Pro-One, de uso profissional, e novidades como o Adobe Photoshop 7, que pela primeira vez foi demonstrado no Brasil. Para a platéia ficou a certeza de que nunca foi tão simples e barato adotar o computador para fazer filmes.
O que antes só era conseguido numa ilha de edição de US$ 30 mil agora é
possível num PC, com investimentos que não ultrapassam os R$ 10 mil. Uma boa câmera de vídeo, placa de captura, softwares de edição e gravador de CD bastam para montar um curta-metragem.
Exemplo das possibilidades foi apresentado pela Pepa Filmes (www.pepafilmes.com.br). Luis Felipe (Pepa), 19, e sua turma faziam gravações desde 1996, mas a edição digital no computador revolucionou o processo e os resultados. "Sem o micro, não poderíamos editar e colocar os efeitos especiais como queremos."
Luis usa um micro equipado com processador Athlon de 900 MHz, 512 Mbytes de memória, placa de vídeo e captura ATI All in Wonder Radeon e disco rígido de 60 Mbytes.
As pérolas do Pepa Filmes podem ser baixadas do site do grupo. E se lembram produções trash, de baixa qualidade, é apenas por uma decisão estética. Elas agora estão até na TV aberta, no programa Descontrole (quadro Momento Insano), da Band.


