da Livraria da Folha
Roquete Pinto fundou a primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, em 1923. Por isso, ele é considerado o pai do rádio brasileiro e a data de seu nascimento, 25 de setembro, foi escolhida como o Dia do Rádio.
Não era a primeira transmissão radiofônica no país, mas havia sido apenas um especial comemorando o centenário da independência. Na época, tudo não passava de uma grande experiência e, aos poucos, o rádio foi ganhando importância como veículo de comunicação.
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| Veja quais foram as rainhas do rádio e entenda a influência e a magia que exerciam |
Programas de auditório, shows de calouros, rádionovelas e jornais preenchiam a grade de programação. Neste período muitas mulheres ganharam destaque, apresentando ou cantando. O lado feminino dessa história foi registrado em "As Rainhas do Rádio".
Marlene, Dalva de Oliveira, Emilinha Borba, Ângela Maria e outras tantas foram homenageadas pela jornalista e radialista Maria Luísa Rinaldi. Além da importância destas figuras femininas, Rinaldi acompanha a evolução do veículo no Brasil.
Esse é o período conhecido como a Era de Ouro, no qual a Rádio Nacional era a principal emissora. "Almanaque da Rádio Nacional" busca os registrados da época e acompanha um CD com aberturas, trechos e vinhetas dos programas. O Repórter Esso, a rádionovela "O Direito de Nascer" e outras atrações são relembradas e mostra o efeito que tinham na sociedade.
No ar desde 1991, a rádio CBN tornou-se referência no rádiojornalismo. Com o slogan "a rádio que toca notícia", a emissora foi pioneira ao fornecer uma programação totalmente jornalística. A sua história virou o livro "CBN: a Rádio que Toca Notícia", em comemoração aos 15 anos da rádio, com depoimentos dos principais nomes do lugar, como Heródoto Barbeiro e Miriam Leitão.
Para aqueles que estão começando a faculdade ou a carreira no jornalismo, "Jornalismo de Rádio" mostra o perfil do público do veículo, sua adaptação à Era Digital e traz orientações práticas sobre o dia a dia de uma grande emissora. Milton Jung assina o texto, revelando as "lendas" e verdades que envolvem o rádio.