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04/11/2009
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16h27
Leia, entenda e presenteie com livros sobre design e designersda Livraria da Folha Veja abaixo a seleção de livros que a Livraria da Folha preparou para comemorar com você o Dia Nacional do Design, em 5 de novembro. São volumes que explicam o design no Brasil e no mundo e contam a história do desenho gráfico, além de livros ilustrados, como o de Philippe Starck, um dos maiores nomes do design mundial. *
Referência visual do design clássico, este guia é dividido em vários módulos que exploram todos os principais estilos do design que estiveram em ascensão nos últimos cem anos. Aborda desde a publicidade vitoriana, passa pelos pôsteres art nouveau, pela tipografia De Stijl, até chegar às revistas dos movimentos psicodélico e pós-moderno. Passo a passo, apresenta explicações detalhadas de como estilos clássicos podem ser recriados e transformados de acordo com as tendências de determinada época. Traz imagens originais de cada período, assim como reconstruções que mostram como reproduzir esses trabalhos com equipamentos modernos, e informações históricas de cada movimento de design. Fundamental na formação de várias gerações de designers em todo o mundo, o livro ganha nova edição inteiramente rediagramada e ilustrada, com mais de 1.300 imagens coloridas. Considerada a mais completa obra a mostrar a história do design gráfico até hoje, toma como marco zero as pinturas rupestres de Lascaux, realizadas há mais de 10 mil anos. Aborda desde a invenção da escrita e as origens da imprensa no século 15, passando pela Revolução Industrial e artes gráficas do século 19, até o design pós-moderno e a era digital nos séculos 20 e 21. O volume traz uma visão ampla de estágios e feitos notáveis, reunindo movimentos, obras e indivíduos que influenciaram o design gráfico, documentando suas inovações e os personagens que influenciaram sua contínua evolução. "O Design Brasileiro Antes do Design"
"O Design Brasileiro Antes do Design: Aspectos da História Gráfica, 1780-1960" reúne projetos de livros, ilustrações, revistas, rótulos de embalagens, capas de jornais, baralhos e a trajetória profissional de personagens fundamentais da indústria gráfica e editorial. Eles provam que a atividade projetual relacionada à produção e ao consumo no país é anterior à institucionalização da profissão de designer ou de desenhista industrial --e à inauguração do Instituto de Arte Contemporânea do Museu de Arte de São Paulo (1951) e da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), no Rio (1963), esta última fortemente influenciada pelo ideário da escola alemã de Ulm, a herdeira direta da Bauhaus. "Design para Quem Não É Designer" O livro oferece ao leitor uma introdução ao mundo do design por meio da apresentação de quatro princípios básicos do assunto: proximidade, alinhamento, repetição e contraste. Usando exemplos práticos de comparação entre antes e depois, o autor orienta aqueles que não são profissionais da área, mas que têm interesse em aprender mais sobre o tema, a criar trabalhos com belo planejamento visual. A obra também traz noções básicas sobre tipologia, serifa, estilo, peso, tamanho.
Criativo e com sólida formação teórica, Dijon De Moraes publica "Limites do Design...", uma grande contribuição à escassa bibliografia sobre o design produzida no Brasil. A edição revista e ampliada preocupa-se com temas que vão desde os limites tecnológicos e científicos do design até a discussão sobre a formação do profissional da área. O livro, escrito em uma linguagem acessível, possui três partes. A primeira traz uma retrospectiva histórica do desenvolvimento da indústria e do design, da Revolução Industrial até os dias de hoje. Na segunda parte discute-se a polêmica questão design de centro versus design de periferia, principal preocupação do autor. A terceira e última parte é dedicada ao ensino do design no Brasil, na qual Dijon de Moraes sugere um modelo de ensino a ser adotado pelos países de Terceiro Mundo. Em "Novos Fundamentos do Design" as autoras Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips apresentam suas idéias sobre o design além de apostas no futuro do desenho gráfico e industrial, abordando temas como ponto, linha, plano, ritmo, equilíbrio, modularidade, tempo e movimento e comparando com os avanços tecnológicos e sociedade contemporânea. Neste livro as autoras falam de trabalhos dos estudantes e da prática profissional atual que incluiu a criação de marcas, impressos e elaboração de páginas da Internet e design em movimento. O livro mostra quais os elementos que compõem o design gráfico e explora cada um dos tópicos de forma objetiva, com textos curtos e precisos.
Mais do que qualquer outra peça de mobiliário, a cadeira tem sido o objeto dos sonhos mais selvagens dos designers. A curva do encosto, a dobragem das pernas, o ângulo do assento ou a cor do artefato: todas essa viagem de características e cores refletem a consciência de uma era. De Gerrit Rietveld a Alvar Aalto, passando por Verner Panton a Eva Zeisel; da Art Nouveau à arquitetura da International Style, da arte pop ao pós-modernismo: o fenômeno da cadeira é tão complexo que é preciso um trabalho de referência para compreendê-lo e fazer justiça. E aqui está ele. Em três idiomas (português, italiano e espanhol), o livro dedica cada página a cada cadeira que fez história, com fotografias, informações e datalhes sobre o objeto e o seu criador. O livro fala das principais criações do designer parisiense Philippe Starck, conhecido mundialmente pelo seu design leve e contemporâneo, tanto pela obra, quanto pelos materiais que utiliza. O artista transformou objetos do cotidiano em ícones do design moderno e criou móveis e interiores mais sofisticados do mundo. Nascido em 1949 em Paris, na França, estudou na Escola Central de Artes Decorativas. Em 1965 ganhou uma competição de mobiliário e três anos depois dirigiu um escritório que produzia móveis infláveis.
Como diretor de arte da Pierre Cardin produziu 65 peças de design exclusivo. Em 1979 fundou sua própria empresa, a Starck Productions, e foi selecionado para renovar o apartamento pessoal do presidente francês. |
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