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05/11/2009
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11h03
Nina Horta comenta "A Morte do Gourmet" em coluna na Folhada Livraria da Folha Em texto publicado na Folha de S. Paulo de hoje, a colunista Nina Horta destacou a linguagem rebuscada do livro que começou a ler, "A Morte do Gourmet", de Muriel Barbery, traduzido do francês. De acordo com a coluna, em matéria de comida os franceses não perdem uma ocasião de compará-la ao sexo. Horta citou um trecho da obra que comprova sua observação: "A sutileza do carinho do primeiro sushi no palato não tem mais segredo para mim; e bendito o dia em que descobri em minha língua o aveludado inebriante e quase erótico da ostra que se segue à lasquinha de pão com manteiga salgada. Despojei com tanta finura e brio sua delicadeza mágica que o bocado divino se tornou para todos um ato religioso." O pequeno romance conta a história de um grande crítico culinário que está na cama e vai morrer dentro de 48 horas. Cada capítulo é escrito por alguém relacionado ao gourmet do título, entre familiares, amigos, amantes e apreciadores de comida. Enquanto a biografia do crítico é revelada, ele agoniza em busca de um sabor particular de algo que deseja, mas não sabe o que é. A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL. *
"A Morte do Gourmet" |
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