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Refém na Áustria

Homem confessa ter mantido filha presa por 24 anos na Áustria


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Comentários dos leitores
antonio alves (3) 22/10/2008 17h47
antonio alves (3) 22/10/2008 17h47
Esse cara nasceu foi MUITO FEIO, ô homem feio Sô!!!! coitada da filha dele que teve que dar pra ele a vida inteira... 35 opiniões
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João Carlos Gagliardi (745) 22/10/2008 15h32
João Carlos Gagliardi (745) 22/10/2008 15h32
Já repararam como tem sempre um psiquiatra pronto para explicar o inexplicável, em se tratando do comportamento humano.
Essa monstruosidade apenas nasceu em um invólucro humano, mas a semelhança para por aí. Creio que a Áustria, não tem pena de morte, afinal países "civilizados" tem muito orgulho em deixarem animais como estes vivos.
Só a prisão perpétua seria o suficiente?
Isso ainda se não o internarem para tratamento, coitadinho...
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Ellen . (223) 11/06/2008 15h45
Ellen . (223) 11/06/2008 15h45
O termo "casta advocatícia" realmente representa bem nossa triste realidade. É lamentável ver como a nossa democracia funciona: 90% dos brasileiros não sabem o que é Constituição. Os poucos que têm acesso, como os profissionais formados em direito, seguem dois caminhos: ou vão para a área burocrática do Estado, em busca de estabilidade profissional, ou seguem o caminho mercadológico, atuando em empresas ou particulares.
Imaginem que um cidadão nasce e morre sem ao menos ter conhecimento de seus direitos básicos??
A mídia?Bom, esta apenas condena o povo à ignorância eterna, com novelas, programas de auditório, etc.
Brasileiros, há manifestações nos quatro cantos do mundo!!Não estamos no fim da história, no mundo cada um por si, ganhe dinheiro, endivida-se, seja feliz comprando, enriqueça os bancos.
Você ganha pouco?se mata de trabalhar pra enriquecer o patrão?Não tem um sistema de saúde de qualidade?seu filho não tem acesso à educação de qualidade?Oras, o importa?Se posso comprar à prestação meu novo celular, uma geladeira nova, etc?
Essas "necessidades" tecnológicas dão a falsa idéia de satisfação pessoal.As novelas mostram um mundo irreal.
Resultado: viramos apenas consumidores e perdemos nosso papel enquanto cidadãos. Conseqüência?Perdemos nossos direitos, as injustiças aumentam, a política serve ao mercado e regredimos na história!
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porfirio sperandio (354) 11/06/2008 13h12
porfirio sperandio (354) 11/06/2008 13h12
Nao e' que banalizou. Oras se isso se tornou uma pratica social, deixou de ser crime .
Foi extamanete isso que ouvi de um advogado ...
Deveriamos criar oque pra melhorarmos a casta advocaticia !? Ela e' responsavel por essas hipocrisia social.
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Ellen . (223) 10/06/2008 10h09
Ellen . (223) 10/06/2008 10h09
Caros,
A mídia "descobre" um caso, entre centenas de casos. No Brasil há demasiados casos semelhantes dos quais nunca saberemos. Pais que abusam de filhos, crianças que sofrem das mais variadas violências.
No caso da Áustria, como citou Vera Lúcia, os filhos jamais tiveram acesso à escola, ao médico, ao dentista ao parque, ao zoológico.
Oras, pra quê tanta perplexidade?Aqui no Brasil há 50 mil casos de crianças que trabalham em condições análogas ao de escravos. Temos milhares de crianças que nunca tiveram acesso ao dentista, ao médico. Temos centenas de casos de crianças que nunca tiveram acesso à escola. Inclusive encontramos com elas muitas vezes nas ruas diariamente.
Bom, mas isso aqui virou banalizou demais e hoje já é algo "comum'.
É exatamente esta a intenção de nossa mídia brasileira.: provocar o "horror' com acontecimentos como esse e banalizar os casos mais graves, com maiores proporções, que paulatinamente destroem a sociedade brasileira.
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Jacqueline Almeida (8) 27/05/2008 20h43
Jacqueline Almeida (8) 27/05/2008 20h43
Comentar sobre o caso Elizabeth seria repetir muito das opiniões expostas no fórum. Na medida do possível, acompanho o caso e me surpreendo com imensa fortaleza da jovem mulher cativa, que teve uma infância violenta, uma adolescência de violação e quase um quarto de século de enlouquecedora prisão..., sob violência, estupros, solidão, falta de quase tudo. E no entanto, ela educou os filhos, alfabetizou-os, ensinou noç~eos básicas de matemática, foi um a coluna moral e afetiva para estas crianças, nascidas sob o medo e a violência. Surpreende-me a grandeza e a beleza dessa mulher. Por isso, fico extremametne feliz que a sua primeria filha esteja saindo do coma, torço que ela a posso amparar, acolher, creioque a maternidade foi essencial pra mantê-la, apesar de tudo, psicologicamente íntegra. Abalada e sensata, é este o quadro que a imprensa nos passa. Esta mulher é capaz de ultrapassar tudo e cuidar bem dos seus filhos, dando-lhes uma chance de recomeço. Que ela tenha a sua filhinha bem, ela naõ pode perder mais nada, merece tudo na vida, principalamnte , o nosso emocionado respeito e carinho. 29 opiniões
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Nélio Santana (14) 14/05/2008 16h18
Nélio Santana (14) 14/05/2008 16h18
O que realmente chama a atenção é como pode toda esta tragédia ocorrer e ninguém dos vizinhos, colegas de trabalho, amigos ou da polícia (tida como eficiente) não perceberam nada. Será que nestes 24 anos ele não recebeu nenhuma visita? Os inquilinos não notaram nada de estranho? Isto dá a dimensão de como é a sociedade austríaca. Um caso como este não duraria 24 anos no Brasil. Com certeza alguém bisbilhotaria a vida dele e levantaria algo. Resta-nos saber se esta "intromissão" brasileira é mais saudável para o convívio em sociedade do que a indiferença austríaca. 22 opiniões
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amarildo alves do carmo (8) 14/05/2008 11h45
amarildo alves do carmo (8) 14/05/2008 11h45
esse caso nao tem nada pra ser resolvido, ja ta todo explicado, só num caso assim a polícia brasileira poderia se dar bem, mesmo assim (aqui) em casos de crimes confessos a policia ainda tem duvidas. 6 opiniões
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suéle haupenthal (1) 13/05/2008 22h23
suéle haupenthal (1) 13/05/2008 22h23
acho tudo isso um tremendo absurdo,algo sem noção,como uma pessoa pode ser tão nojenta,é um homem velho,sem vergonha,me dá nojo só de pensar,se visse esse homem horroroso na minha frente era capaz de socar toda a cara dele,fazer uma coisa tão baixa,tão nojenta,pelo amor de Deus o que levou ele a fazer essa crueldade,deixar a guria 24 ANOS sem ver pessoas sem se comunicar com os demais,sem respirar ar puro,pra mim esse montro horrível deveria sofrer pena de morte,mas antes disse devia sofrer muito,pagar por tudo que fez para a própria filha,ficar pendurado de ponta cabeça e bater nele até ele não aguentar,isso é o cúmulo,nossa que raiva de toda essa gente,onde isso vai parar,e ainda queimou uma criança,pobre coitada,isso TEM QUE TER UM FIM.BASTA. 11 opiniões
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Ricardo Matarozzi (3) 13/05/2008 13h23
Ricardo Matarozzi (3) 13/05/2008 13h23
SAO PAULO / SP
Deste episódio triste e sórdido , a única coisa positiva é que o crime foi executado em um país que sabemos que o criminoso será realmente punido , se fosse aqui ele sairia em 6 anos no máximo.Com relação a esse monstro precisamos separar o louco do homem diabólicamnte cruel e mal.Pessoas assim tem que ser isoladas totalmente da sociedade , matar seria muito pouco para ele. 17 opiniões
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Angela Vasconcelos (3) 11/05/2008 20h13
Angela Vasconcelos (3) 11/05/2008 20h13
BRASILIA / DF
O que é um monstro? Ele já nasce pronto? O que diferencia um monstro de uma pessoa com sérios problemas psicológicos? Monstros não têm esse tipo de problemas? Monstros podem agir com bestialidade e ao mesmo tempo demonstrar alguma humanidade? Humanos podem agir momentaneamente como bestas? Tenho me feito essas perguntas depois deste caso. 2 opiniões
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Clarisse Goldberg (2) 10/05/2008 23h57
Clarisse Goldberg (2) 10/05/2008 23h57
SAO PAULO / SP
Ricardo Azevedo
Infelizmente, o caso de Elisabeth não cabe como exemplo para a imprensa brasileira. Ou melhor, cabe de exemplo para a imprensa em qualquer lugar do mundo.
Pelo que li, Elisabeth não pode ficar junto à filha enferma - o que poderia ajudar a menina em sua recuperação -, assim como os filhos criados no cativeiro ainda não puderam fazer passeios de adptação à luz natural por causa dos fotógrafos disfarçados de policiais, montados em árvores, atrás do click inédito de seu sofrimento. (http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u398484.shtml), entre outras notícias a respeito, envolvendo equipes de televisão. A polícia austríaca decidiu prendê-los, o que considero justíssimo! E as fotos de uma de suas filhas, menor de idade, que vivia na parte "solar", expostas na imprensa?
E o "turismo" à casa?
Pessoalmente, não penso que seja uma característica da imprensa brasileira, mas uma questão de consciência e humanidade que as pessoas têm ou não, em qualquer lugar do mundo. Essa triste história deixa mais claro o quanto muitos de nós temos pequenos monstros internos. A diferença é alguns o liberam mais, outros menos. Criticam o sofrimento que o canalha (não quer ser chamado de monstro? Canalha pode?) impôs a Elisabeth e seus filhos. Explorar esse sofrimento também não é um ato monstruoso?
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Clarisse Goldberg (2) 10/05/2008 23h32
Clarisse Goldberg (2) 10/05/2008 23h32
SAO PAULO / SP
Pois é, Vera Lucia
Talvez seja o caso de se criar uma nova classificação de doença mental, já que este ser não classifica em nenhuma.
É muito cômodo taxar qualquer crime como problema psicológico ou mental.
Esquizofrênico ele não é, visto que, segundo informações da imprensa, planejou o cativeiro com muita antecedência. Ou seja, lidava bem e com método com a realidade. Provas disso estão cheias: as cartas mentirosas, as ameaças. Isso para não falar dos atos em si. Para "livrar a filha das drogas" ele se permitiu viver seu "vício".
A "doença" que mais se aproximaria seria a psicopatia, na qual ele também não se enquadra, pois existe a ausência total de culpa nesses casos, o que não se aplica aí.
Ou essa seria apenas a estratégia do advogado, já que o que sabemos é que ele não demonstrou culpa quando foi preso? Não é interessante que essa culpa e arrependimento só venham depois do advogado entrar na história?
A lógica desta coisa que tem aparência de ser humano é de uma inteligência e dissimulação impressionantes. Se não fosse por ele, a filha/neta não teria recebido atendimento médico? Ou se não fosse por ele, ela, sua mãe e seus irmãos não teriam chegado a tal ponto de degradação humana?
Se fosse um monstro poderia tê-los matado. E como continuaria com seu "brinquedinho de Deus?"
Lastimável que existam pessoas que tentem justificar os atos deste MONSTRO!
Triste, muito triste!
Que essa moça consiga ser cada vez mais forte, por ela e por seus filhos.
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Vera Lúcia Mendonça (2) 09/05/2008 16h23
Vera Lúcia Mendonça (2) 09/05/2008 16h23
SAO PAULO / SP
Ao ler muito dos comentários, não consigo deixar de ficar perplexa com a opinião de alguns leitores.
Alguns alegam que Fritzl não é um "monstro" ou não é tão "mau sujeito assim". Afinal foi capaz de "gestos nobres" como alimentar a família e levar a menina mais velha para o hospital!
Claro que ele alimentaria a família, afinal se morressem de fome a sua brincadeirinha de Deus-tirano perderia a graça! E esperou a filha-neta ficar a beira da morte para procurar ajuda médica.
Parem e pensem! O cara aprisionou e engravidou a própria filha! Além da questão moral, ainda temos a questão física, filhos de incesto têm grandes chances de nascer com doenças genéticas. Três dos filhos jamais haviam saído do porão, ou seja, nunca foram à escola, ao médico, ao dentista, ao zoológico, ao parque, nunca tiveram a chance de ter amigos, namorar ou sonhar com uma profissão e provavelmente carregarão seqüelas físicas e psicologias para o resto da vida.
Se Josef Fritzl não é um monstro, eu sinceramente não consigo imaginar como seria um, não podemos nos iludir com pequenos gestos, precisamos analisar a história como um todo.
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Aldo Pscheidt (10) 08/05/2008 17h48
Aldo Pscheidt (10) 08/05/2008 17h48
Josef Fritzl não é um monstro, mas sim tem sérios problemas psicológicos.
Ora pois, alguém que, apesar de toda a crueldade feita, se preocupa em manter um de seus filhos vivos mesmo que isto ponha tudo a perder, que se preocupa em instalar um sistema para caso ele morresse a porta se abrisse (para que os cativos não morressem de fome), enfim alguém que apesar de suas maldades, se preocupa com a vida e o conforto (construiu uma casa inteira no subsolo) dos cativos pode simplesmente ser chamado de monstro? Não. E quem simplesmente o chama de monstro é movido por um sentimento superficial de revolta.
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Rita Santana (4) 08/05/2008 17h38
Rita Santana (4) 08/05/2008 17h38
Para uma monstruosidade como essa não há explicação! Bem que a Lei de Talião poderia vigorar neste caso: "olho por olho, dente por dente". Adoraria ver essa "coisa" presa no porão da sua própria casa para o resto da vida. 27 opiniões
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Ricardo Azevedo (13) 08/05/2008 17h14
Ricardo Azevedo (13) 08/05/2008 17h14
BRASILIA / DF
Estas crianças e a filha deste psicopata não teriam sossego se isto estivesse ocorrendo no Brasil. Em nome da "liberdade de imprenssa, estariam uma legião de jornalistas (que já teriam pago a algum policial) fotografando o lugar, as crianças e etc... Senhores da mídia, aprendam com este episódio a como respeitar um ser humano. 7 opiniões
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Angela Vasconcelos (3) 08/05/2008 07h21
Angela Vasconcelos (3) 08/05/2008 07h21
BRASILIA / DF
Atordoada estou eu, Senhor Eduardo Velasco, com esse show de maldades que são noticiadas a cada dia. E quando a gente pensa que já viu tudo, lá vem uma crueldade maior. O ser humano tem jeito? Sei não... Vamos apelar para quem? O Criador, é claro. O Fritzl agora está incomodado com o fato de ser chamado de monstro. Já viu a foto da cela em que ficaram os filhos sem ver a luz do sol? Este caso me revolta, me dói até a alma. Monstro, sim, Fritzl, como são monstros todos os que tiram a liberdade de outras pessoas. Monstros são os torturadores, os pedófilos e todos os covardes que maltratam seres indefesos - incluo aí também os animais. Monstro, sim, Fritzl, por tudo o que fez, que não foi pouco. E embora não acredite, você matou, sim, a sua família. 17 opiniões
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Leonides Justiniano (41) 07/05/2008 11h48
Leonides Justiniano (41) 07/05/2008 11h48
Já que se falou em Deus, vamos por aí!
Fritzl não quer ser visto como monstro. E nem pode. Ele não tem síndrome de monstro. Ele quer ser visto (e tem síndrome) de Deus, de senhor da vida e da morte. Sim, é isso que transparece em suas palavras e em sua ação. "Poderia ter matado e não o fiz." Poderia ter deixado viver, igualmente, e não o fez!
Alguns pensavam que o mundo é um sopro de Deus, ou respiro de Deus. E que se Deus parasse de respirar, o mundo acabaria junto com ele. Mais uma vez, aí aparece a onipotência de Fritzl. Sim... Todos - sua filha sistematicamente violentada e os filhos que estavam com ela no submundo, no limbo, no inferno, dependiam da respiração desse deus. Se ele morresse, todos podemos imaginar as pessoas do submundo (filha e filhos) definhando dia a dia, hora a hora, minuto a minuto. Pois ele comprava comida e água diariamente. Todos iriam morrer porque ninguém iria escutar, como não escutaram por mais de duas décadas. Morrendo na solidão, na luz artificial, sem comida, sem água.
Na seqüência, podemos chamar algum diretor de filme de terror para ilustrar as cenas finais, no estilo "Faces da Morte" ou "Jogos Mortais", ou "Sobreviventes dos Andes", ou... Imaginação não falta, como não faltam imaginação e argumentos para aqueles que, conscientes de seu "poder", de sua integridade garantida por lei, afrontam a razão e o sentimento dos demais.
Nietzsche dizia: "Quem convive com monstros deve velar para que, também ele, não se transforme em monstro."
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Cristiano Garcia (217) 07/05/2008 10h48
Cristiano Garcia (217) 07/05/2008 10h48
Não foi deus que criou o homem. Mas foi o homem quem
criou deus à sua imagem e semelhança... Deus é apenas uma extensão daquilo que julgamos o ideal... Cada religião neste planeta, possue deuses que se refletem os conceitos sociais so grupo. No cristianismo o deus e o Jesus de cada denominação, tem uma maneira peculiar de interpretar o homem e suas ações. Mas voltando ao caso desse ser abjeto chamado Josef Fritzl, a pena de morte é o minimo que se faria como justiça de algo que nunca poderá ser reparável. E acredito que a esposa desse monstro deveria ser investigada pois me parece inverossímel dizer que não sabia de nada.
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