18/09/2006
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21h35
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse hoje ao primeiro-ministro da Malásia, Abdullah Ahmad Badawi, que o papa Bento 16 foi "sincero" ao pedir desculpas por seus comentários sobre o islamismo, que causaram revolta no mundo islâmico.
Syed Hamid Albar havia considerado inadequada a desculpa do papa pela reação que provocou com seus comentários, em que relacionou o Islã à violência, e disse que insistiria em uma desculpa ampla, oficial.
No domingo, o papa disse que lamentava a reação gerada pelo discurso, destacando que a passagem que citou no sermão na universidade Regensburg "não expressa, de forma alguma, sua forma de pensar".
O tema surgiu entre Bush e Badawi em um encontro de 50 minutos, paralelo à Assembléia Geral das Nações Unidas, em que também falaram sobre a paz no Líbano.
"O presidente (Bush) disse que o papa se desculpou por seus comentários e o presidente acredita que o Papa foi sincero, e encerrou o assunto", afirmou o diretor do conselho nacional de segurança para assuntos relacionados ao Leste da Ásia, Dennis Wilder.
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Bush diz ao premier da Malásia que desculpa do papa foi sincera
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da France Presse, em Nova YorkO presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse hoje ao primeiro-ministro da Malásia, Abdullah Ahmad Badawi, que o papa Bento 16 foi "sincero" ao pedir desculpas por seus comentários sobre o islamismo, que causaram revolta no mundo islâmico.
Syed Hamid Albar havia considerado inadequada a desculpa do papa pela reação que provocou com seus comentários, em que relacionou o Islã à violência, e disse que insistiria em uma desculpa ampla, oficial.
No domingo, o papa disse que lamentava a reação gerada pelo discurso, destacando que a passagem que citou no sermão na universidade Regensburg "não expressa, de forma alguma, sua forma de pensar".
O tema surgiu entre Bush e Badawi em um encontro de 50 minutos, paralelo à Assembléia Geral das Nações Unidas, em que também falaram sobre a paz no Líbano.
"O presidente (Bush) disse que o papa se desculpou por seus comentários e o presidente acredita que o Papa foi sincero, e encerrou o assunto", afirmou o diretor do conselho nacional de segurança para assuntos relacionados ao Leste da Ásia, Dennis Wilder.
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