26/11/2006
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14h04
Membros do grupo extremista Jihad Islâmico dispararam neste domingo cinco foguetes Qassam contra a localidade israelense de Sderot, desde que entrou em vigor um cessar-fogo com Israel, segundo fontes policiais israelenses.
Os foguetes foram lançados nas primeiras horas após o início da trégua, proposta ontem por várias das facções que operam em Gaza.
Um dos Qassam chegou a atingir Sderot, mas sem fazer vítimas ou causar danos materiais. Outro caiu ao norte da localidade, e um terceiro, perto de um dos kibutz vizinhos à Gaza.
Segundo algumas fontes palestinas, as Brigadas de Ezzedine al Qassam, o braço armado do Hamas, assumiram alguns dos disparos, que teriam sido uma represália à detenção de dois de seus militantes pelo Exército israelense na Cisjordânia.
Fontes militares disseram que a detenção dos militantes aconteceu na cidade sagrada de Hebron, 24 quilômetros ao sul de Jerusalém.
O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, que promoveu o acordo das facções para o cessar-fogo e o comunicou ontem à noite ao primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, espera que a trégua também se estenda à Cisjordânia, separada de Gaza pelo território de Israel.
Num comunicado à imprensa divulgado hoje, em Gaza, o Jihad Islâmico destaca que dará continuidade aos seus ataques contra Sderot e outras localidades do sul de Israel, "em resposta à agressão" e à detenção dos militantes de Hebron (Cisjordânia).
Algumas fontes palestinas diziam que as autoridades israelenses "não interpretaram bem o acordo" proposto pelas facções.
A trégua acertada ontem foi anunciada, em princípio, para o território de Gaza, de onde, esta manhã, as tropas israelenses que operavam nesse território se retiraram, entre outros motivos, para impedir o disparo dos foguetes Qassam.
O governo israelense não negociou o cessar-fogo, mas aceitou as condições das facções que o negociaram, isto é, interromper as operações militares.
Abbas informou a Olmert que "todas" as 13 facções da resistência palestina tinham aceito a trégua.
Um porta-voz do grupo extremista confirmou que seus milicianos efetuaram os disparos desta manhã contra Sderot e negou que sua organização tenha assinado o cessar-fogo com Israel, Estado cuja legitimidade a facção não reconhece, assim como o Hamas.
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Jihad Islâmico lança foguetes contra Israel após início de trégua
da Efe, em JerusalémMembros do grupo extremista Jihad Islâmico dispararam neste domingo cinco foguetes Qassam contra a localidade israelense de Sderot, desde que entrou em vigor um cessar-fogo com Israel, segundo fontes policiais israelenses.
Os foguetes foram lançados nas primeiras horas após o início da trégua, proposta ontem por várias das facções que operam em Gaza.
Um dos Qassam chegou a atingir Sderot, mas sem fazer vítimas ou causar danos materiais. Outro caiu ao norte da localidade, e um terceiro, perto de um dos kibutz vizinhos à Gaza.
Segundo algumas fontes palestinas, as Brigadas de Ezzedine al Qassam, o braço armado do Hamas, assumiram alguns dos disparos, que teriam sido uma represália à detenção de dois de seus militantes pelo Exército israelense na Cisjordânia.
Fontes militares disseram que a detenção dos militantes aconteceu na cidade sagrada de Hebron, 24 quilômetros ao sul de Jerusalém.
O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, que promoveu o acordo das facções para o cessar-fogo e o comunicou ontem à noite ao primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, espera que a trégua também se estenda à Cisjordânia, separada de Gaza pelo território de Israel.
Num comunicado à imprensa divulgado hoje, em Gaza, o Jihad Islâmico destaca que dará continuidade aos seus ataques contra Sderot e outras localidades do sul de Israel, "em resposta à agressão" e à detenção dos militantes de Hebron (Cisjordânia).
Algumas fontes palestinas diziam que as autoridades israelenses "não interpretaram bem o acordo" proposto pelas facções.
A trégua acertada ontem foi anunciada, em princípio, para o território de Gaza, de onde, esta manhã, as tropas israelenses que operavam nesse território se retiraram, entre outros motivos, para impedir o disparo dos foguetes Qassam.
O governo israelense não negociou o cessar-fogo, mas aceitou as condições das facções que o negociaram, isto é, interromper as operações militares.
Abbas informou a Olmert que "todas" as 13 facções da resistência palestina tinham aceito a trégua.
Um porta-voz do grupo extremista confirmou que seus milicianos efetuaram os disparos desta manhã contra Sderot e negou que sua organização tenha assinado o cessar-fogo com Israel, Estado cuja legitimidade a facção não reconhece, assim como o Hamas.
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