02/01/2007
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16h23
Israel é "tecnicamente" capaz de realizar um ataque para conter o desenvolvimento do programa nuclear iraniano, apesar de considerar "prematura" uma ação militar desse tipo, indica o último relatório anual do Instituto para Estudos Estratégicos da Universidade de Tel Aviv, apresentado hoje.
O diretor do Instituto, Zvi Schtauber, afirmou que as sanções não farão com que o Irã renuncie a seu programa nuclear.
"Israel está tecnicamente em condições de atuar para impedir que o Irã leve adiante seu programa nuclear", disse Schtauber, acrescentando que isso "só deve ser feito quando não restarem outras opções".
O relatório deste ano aborda ainda o conflito entre Israel e o Hizbollah, e fala sobre como responder ao presidente sírio Bashar al Assad, que expressou disposição para negociar com Israel.
Embora esta seja uma questão que deve ser abordada com ceticismo, convém estudar a possibilidade de iniciar negociações, diz o estudo.
O general Giora Eiland, ex-conselheiro de segurança nacional e atual diretor do Instituto, afirmou que a guerra do Líbano terá repercussões "sérias e duradouras sobre a capacidade de dissuasão" de Israel, e assegurou que tanto os vizinhos deste país como os Estados Unidos aprenderam com seus erros.
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Israel é "tecnicamente" capaz de atacar o Irã, afirma instituto
da Efe, em JerusalémIsrael é "tecnicamente" capaz de realizar um ataque para conter o desenvolvimento do programa nuclear iraniano, apesar de considerar "prematura" uma ação militar desse tipo, indica o último relatório anual do Instituto para Estudos Estratégicos da Universidade de Tel Aviv, apresentado hoje.
O diretor do Instituto, Zvi Schtauber, afirmou que as sanções não farão com que o Irã renuncie a seu programa nuclear.
"Israel está tecnicamente em condições de atuar para impedir que o Irã leve adiante seu programa nuclear", disse Schtauber, acrescentando que isso "só deve ser feito quando não restarem outras opções".
O relatório deste ano aborda ainda o conflito entre Israel e o Hizbollah, e fala sobre como responder ao presidente sírio Bashar al Assad, que expressou disposição para negociar com Israel.
Embora esta seja uma questão que deve ser abordada com ceticismo, convém estudar a possibilidade de iniciar negociações, diz o estudo.
O general Giora Eiland, ex-conselheiro de segurança nacional e atual diretor do Instituto, afirmou que a guerra do Líbano terá repercussões "sérias e duradouras sobre a capacidade de dissuasão" de Israel, e assegurou que tanto os vizinhos deste país como os Estados Unidos aprenderam com seus erros.
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