05/01/2007
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10h54
O famoso religioso muçulmano Yousef al Qardaui, que tem milhões de seguidores que acompanham suas pregações divulgadas pela rede de TV em língua árabe Al Jazira, do Qatar, criticou nesta sexta-feira os procedimentos da execução do ex-ditador iraquiano Saddam Hussein, assim como a difusão das imagens de sua morte.
O egípcio Qardaui, um dos imames mais influentes do mundo muçulmano e dirigente da União Mundial de Sábios Islâmicos, insistiu em seu sermão desta sexta-feira em que "é preciso respeitar a dignidade do ser humano, independentemente dos fatos que tenham sido cometidos".
Ele pediu também ao Irã que "utilize sua influência" no Iraque para conter a violência contra a comunidade sunita.
"Pedimos a Teerã e ao líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que intervenha e se pronuncie para que o povo não pense que há apoio à violência contra os sunitas no Iraque."
A popularidade do religioso muçulmano, que atualmente vive no Qatar, aumentou desde que começou a participar do programa de televisão "A Sharia (lei islâmica) e a Vida", transmitido pela Al Jazira.
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Líder religioso muçulmano critica forma da execução de Saddam
da Efe, no CairoO famoso religioso muçulmano Yousef al Qardaui, que tem milhões de seguidores que acompanham suas pregações divulgadas pela rede de TV em língua árabe Al Jazira, do Qatar, criticou nesta sexta-feira os procedimentos da execução do ex-ditador iraquiano Saddam Hussein, assim como a difusão das imagens de sua morte.
O egípcio Qardaui, um dos imames mais influentes do mundo muçulmano e dirigente da União Mundial de Sábios Islâmicos, insistiu em seu sermão desta sexta-feira em que "é preciso respeitar a dignidade do ser humano, independentemente dos fatos que tenham sido cometidos".
Ele pediu também ao Irã que "utilize sua influência" no Iraque para conter a violência contra a comunidade sunita.
"Pedimos a Teerã e ao líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que intervenha e se pronuncie para que o povo não pense que há apoio à violência contra os sunitas no Iraque."
A popularidade do religioso muçulmano, que atualmente vive no Qatar, aumentou desde que começou a participar do programa de televisão "A Sharia (lei islâmica) e a Vida", transmitido pela Al Jazira.
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