07/01/2007
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17h57
O premiê britânico, Tony Blair, aderiu hoje às críticas ao modo como Saddam Hussein foi executado, embora o tenha feito por meio de um porta-voz.
O porta-voz classificou a execução do ditador iraquiano, cujas imagens, captadas por um telefone celular, percorreram o mundo através da internet, como "totalmente equivocada".
Blair foi fortemente criticado por ter mantido até agora silêncio sobre o enforcamento do líder iraquiano, derrubado após a invasão levada a cabo pelos EUA e apoiada pelo Reino Unido.
Antes, o ministro do Tesouro e candidato a suceder o primeiro-ministro, Gordon Brown, tinha qualificado de "deplorável" e "totalmente inaceitável" o acontecido em torno da execução, em 30 de dezembro.
Segundo Brown, que se declarou contra a pena de morte, o que ocorreu momentos antes do enforcamento "não contribuiu para acalmar as tensões entre as comunidades xiita e sunita".
O vice-primeiro-ministro, John Prescott, também classificou as cenas da execução como "deploráveis".
Na quarta-feira, o governo iraquiano iniciou uma investigação sobre a filmagem não-autorizada do enforcamento.
Nas imagens, é possível ver como alguns presentes na execução insultavam o ditador pouco antes do enforcamento.
O primeiro-ministro iraquiano, Nouri al Maliki, tem ameaçado revisar as relações com qualquer país que critique a execução de Saddam Hussein, à qual se referiu como um "assunto interno", em benefício da unidade do país.
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Tony Blair critica execução de Saddam Hussein
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da Efe, em LondresO premiê britânico, Tony Blair, aderiu hoje às críticas ao modo como Saddam Hussein foi executado, embora o tenha feito por meio de um porta-voz.
O porta-voz classificou a execução do ditador iraquiano, cujas imagens, captadas por um telefone celular, percorreram o mundo através da internet, como "totalmente equivocada".
Blair foi fortemente criticado por ter mantido até agora silêncio sobre o enforcamento do líder iraquiano, derrubado após a invasão levada a cabo pelos EUA e apoiada pelo Reino Unido.
Antes, o ministro do Tesouro e candidato a suceder o primeiro-ministro, Gordon Brown, tinha qualificado de "deplorável" e "totalmente inaceitável" o acontecido em torno da execução, em 30 de dezembro.
Segundo Brown, que se declarou contra a pena de morte, o que ocorreu momentos antes do enforcamento "não contribuiu para acalmar as tensões entre as comunidades xiita e sunita".
O vice-primeiro-ministro, John Prescott, também classificou as cenas da execução como "deploráveis".
Na quarta-feira, o governo iraquiano iniciou uma investigação sobre a filmagem não-autorizada do enforcamento.
Nas imagens, é possível ver como alguns presentes na execução insultavam o ditador pouco antes do enforcamento.
O primeiro-ministro iraquiano, Nouri al Maliki, tem ameaçado revisar as relações com qualquer país que critique a execução de Saddam Hussein, à qual se referiu como um "assunto interno", em benefício da unidade do país.
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