19/01/2007
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18h38
O serviço secreto e a Polícia Montada do Canadá investigam a origem de uma carta enviada em nome da Frente de Libertação de Québec (FLQ) com ameaças de atentados em Montreal entre os próximos dias 15 de fevereiro e 15 de março.
Em 15 de fevereiro é comemorado o aniversário da morte de cinco nacionalistas de Québec enforcados em 1839 pelas forças britânicas.
Meios de comunicação locais informaram nesta sexta-feira que a carta foi enviada a várias pessoas, entre elas o primeiro-ministro de Québec, Jean Charest, e o presidente da França, Jacques Chirac.
Nas décadas de 60 e 70, o FLQ levou a cabo uma campanha de atentados e atos terroristas para conseguir a independência da província francófona.
Em 1970, o FLQ seqüestrou o representante comercial britânico no Canadá, James Cross, e assassinou o ministro do Trabalho de Québec, Pierre Laporte.
O então primeiro-ministro canadense, Pierre Trudeau, ordenou a saída do Exército às ruas das principais cidades de Québec e prendeu vários separatistas da província, o que acabou com as ações armadas do FLQ.
Segundo informações publicadas hoje em meios de comunicação canadenses, a carta diz que os ataques serão dirigidos contra "alvos estratégicos", entre eles shoppings, pontes, aeroportos e ferrovias dos bairros de Montreal de maioria anglófona.
"Especificamente, atacaremos o trânsito nas principais estradas", acrescenta a carta, que alerta para a possibilidade de suas ações causarem "feridos e mortos".
A carta é assinada por "FLQ, célula Camille-Laurin". Em novembro último houve outra carta assinada da mesma forma.
Camille-Laurin foi um político de Québec que, como ministro do Partido Quebequense, criou a lei que fez do francês a única língua oficial da Província.
Uma carta anterior, enviada em novembro, também continha ameaças de ataque contra o "imperialismo anglo-saxão" para 15 de fevereiro.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre ameaças terroristas
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Grupo ameaça ataque terrorista contra Montréal em fevereiro
da Efe, em TorontoO serviço secreto e a Polícia Montada do Canadá investigam a origem de uma carta enviada em nome da Frente de Libertação de Québec (FLQ) com ameaças de atentados em Montreal entre os próximos dias 15 de fevereiro e 15 de março.
Em 15 de fevereiro é comemorado o aniversário da morte de cinco nacionalistas de Québec enforcados em 1839 pelas forças britânicas.
Meios de comunicação locais informaram nesta sexta-feira que a carta foi enviada a várias pessoas, entre elas o primeiro-ministro de Québec, Jean Charest, e o presidente da França, Jacques Chirac.
Nas décadas de 60 e 70, o FLQ levou a cabo uma campanha de atentados e atos terroristas para conseguir a independência da província francófona.
Em 1970, o FLQ seqüestrou o representante comercial britânico no Canadá, James Cross, e assassinou o ministro do Trabalho de Québec, Pierre Laporte.
O então primeiro-ministro canadense, Pierre Trudeau, ordenou a saída do Exército às ruas das principais cidades de Québec e prendeu vários separatistas da província, o que acabou com as ações armadas do FLQ.
Segundo informações publicadas hoje em meios de comunicação canadenses, a carta diz que os ataques serão dirigidos contra "alvos estratégicos", entre eles shoppings, pontes, aeroportos e ferrovias dos bairros de Montreal de maioria anglófona.
"Especificamente, atacaremos o trânsito nas principais estradas", acrescenta a carta, que alerta para a possibilidade de suas ações causarem "feridos e mortos".
A carta é assinada por "FLQ, célula Camille-Laurin". Em novembro último houve outra carta assinada da mesma forma.
Camille-Laurin foi um político de Québec que, como ministro do Partido Quebequense, criou a lei que fez do francês a única língua oficial da Província.
Uma carta anterior, enviada em novembro, também continha ameaças de ataque contra o "imperialismo anglo-saxão" para 15 de fevereiro.
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