06/03/2007
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13h49
A investigação judicial sobre a morte da princesa Diana foi adiada até outubro nesta terça-feira. A juíza Elizabeth Butler-Sloss, que esperava iniciar o caso em maio, mudou a data a pedido dos advogados de Mohamed al Fayed, pai de Dodi al Fayed, que era namorado de Diana. Os dois morreram quando a Mercedes-Benz em que estavam se chocou contra uma das pilastras de um túnel de Paris em 1997.
Os advogados de Al Fayed pediram o adiamento para ter mais tempo para analisar documentos.
Fayed, proprietário da luxuosa loja de departamentos Harrods, em Londres, há muito argumenta que o casal foi vítima de um plano elaborado pelos serviços de segurança britânicos.
Tal afirmação provocou atritos em uma audiência preliminar na segunda-feira, quando a juíza pediu a Al Fayed que provasse suas alegações. Se não houvesse evidências que as apóiem, elas não seriam apresentadas ao júri, disse Butler-Sloss.
Um inquérito policial britânico que durou três anos concluiu no ano passado que o acidente não foi parte de um plano de assassinato, como alega Al Fayed.
O resultado alinha-se com a investigação francesa, que concluiu que o motorista Henri Paul foi o culpado pelo acidente, porque estava bêbado e sob influência de antidepressivos, além de estar dirigindo a alta velocidade. Fayed, porém, rejeita os dois resultados.
O caso demorou dez anos para chegar aos tribunais porque o Reino Unido precisou esperar o término do processo legal francês para que a investigação policial britânica então fosse feita.
Com Reuters
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Da Folha OnlineA investigação judicial sobre a morte da princesa Diana foi adiada até outubro nesta terça-feira. A juíza Elizabeth Butler-Sloss, que esperava iniciar o caso em maio, mudou a data a pedido dos advogados de Mohamed al Fayed, pai de Dodi al Fayed, que era namorado de Diana. Os dois morreram quando a Mercedes-Benz em que estavam se chocou contra uma das pilastras de um túnel de Paris em 1997.
Os advogados de Al Fayed pediram o adiamento para ter mais tempo para analisar documentos.
Fayed, proprietário da luxuosa loja de departamentos Harrods, em Londres, há muito argumenta que o casal foi vítima de um plano elaborado pelos serviços de segurança britânicos.
Tal afirmação provocou atritos em uma audiência preliminar na segunda-feira, quando a juíza pediu a Al Fayed que provasse suas alegações. Se não houvesse evidências que as apóiem, elas não seriam apresentadas ao júri, disse Butler-Sloss.
Um inquérito policial britânico que durou três anos concluiu no ano passado que o acidente não foi parte de um plano de assassinato, como alega Al Fayed.
O resultado alinha-se com a investigação francesa, que concluiu que o motorista Henri Paul foi o culpado pelo acidente, porque estava bêbado e sob influência de antidepressivos, além de estar dirigindo a alta velocidade. Fayed, porém, rejeita os dois resultados.
O caso demorou dez anos para chegar aos tribunais porque o Reino Unido precisou esperar o término do processo legal francês para que a investigação policial britânica então fosse feita.
Com Reuters
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