18/04/2007
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15h25
Uma bomba explodiu no jardim frontal do jornal mexicano "Cambio Sonora", da cidade de Hermosillo, sem causar vítimas, informaram nesta quarta-feira as autoridades locais.
A explosão da granada ocorreu na noite desta terça-feira, no centro da capital do Estado de Sonora, fronteira com os Estados Unidos. A identidade dos autores do atentado ainda não foi descoberta.
A chefe de informação do jornal, Beatriz Espinoza, apontou que foram registrados danos pequenos em um vidro, uma porta de ferro e no teto da sala de reuniões, próximo às salas da redação.
O atentado foi cometido um dia depois que o jornalista Saul Martinez, co-proprietário do jornal "Interdiario de Água Prieta", na mesma Província, foi seqüestrado por um grupo armado em frente a uma sede da polícia.
Há duas semanas o jornalista Amado Ramírez foi assassinado. Ele era correspondente da Televisa em Acapulco, litoral do Pacífico.
Entre 2000 e 2007 foram assassinados 33 jornalistas no México, país considerado por organizações internacionais de imprensa um dos lugares mais perigosos para exercer essa profissão.
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Bomba explode em sede de jornal no México sem deixar vítimas
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da Ansa, na Cidade do MéxicoUma bomba explodiu no jardim frontal do jornal mexicano "Cambio Sonora", da cidade de Hermosillo, sem causar vítimas, informaram nesta quarta-feira as autoridades locais.
A explosão da granada ocorreu na noite desta terça-feira, no centro da capital do Estado de Sonora, fronteira com os Estados Unidos. A identidade dos autores do atentado ainda não foi descoberta.
A chefe de informação do jornal, Beatriz Espinoza, apontou que foram registrados danos pequenos em um vidro, uma porta de ferro e no teto da sala de reuniões, próximo às salas da redação.
O atentado foi cometido um dia depois que o jornalista Saul Martinez, co-proprietário do jornal "Interdiario de Água Prieta", na mesma Província, foi seqüestrado por um grupo armado em frente a uma sede da polícia.
Há duas semanas o jornalista Amado Ramírez foi assassinado. Ele era correspondente da Televisa em Acapulco, litoral do Pacífico.
Entre 2000 e 2007 foram assassinados 33 jornalistas no México, país considerado por organizações internacionais de imprensa um dos lugares mais perigosos para exercer essa profissão.
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