19/04/2007
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14h04
O líder do partido francês Frente Nacional Jean-Marie Le Pen lançou um apelo ao eleitorado judeu em uma entrevista ao jornal israelense "Maariv".
De acordo com Le Pen, nessas eleições presidenciais "não se pode falar de um voto hebraico verdadeiro", porque os judeus estão divididos entre vários candidatos.
"Os hebreus que são franceses e se sentem ligados à França devem, com certeza, votar em mim", afirmou, assegurando ainda ter amigos e companheiros de partido que são judeus.
Le Pen disse ao jornal israelense que nunca "negou o Holocausto".
"Só comentei, simplesmente, que as câmaras de gás foram um detalhe na grande história da Segunda Guerra Mundial (1939-1945)", esclareceu.
O Maariv revela que os apelos ao eleitorado judeu também forami feito pelos outros candidatos, com declarações publicadas pelo jornal "Actualité Juive".
Nicolas Sarkozy promete que "defenderá o direito à segurança de Israel e o direito dos palestinos a um Estado independente".
François Bayrou propõe que Israel compareça ao Congresso dos estados francófonos, "onde israelenses e árabes poderão se encontrar".
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Le Pen pede voto de judeus em eleição presidencial na França
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da Ansa, em Tel AvivO líder do partido francês Frente Nacional Jean-Marie Le Pen lançou um apelo ao eleitorado judeu em uma entrevista ao jornal israelense "Maariv".
De acordo com Le Pen, nessas eleições presidenciais "não se pode falar de um voto hebraico verdadeiro", porque os judeus estão divididos entre vários candidatos.
"Os hebreus que são franceses e se sentem ligados à França devem, com certeza, votar em mim", afirmou, assegurando ainda ter amigos e companheiros de partido que são judeus.
Le Pen disse ao jornal israelense que nunca "negou o Holocausto".
"Só comentei, simplesmente, que as câmaras de gás foram um detalhe na grande história da Segunda Guerra Mundial (1939-1945)", esclareceu.
O Maariv revela que os apelos ao eleitorado judeu também forami feito pelos outros candidatos, com declarações publicadas pelo jornal "Actualité Juive".
Nicolas Sarkozy promete que "defenderá o direito à segurança de Israel e o direito dos palestinos a um Estado independente".
François Bayrou propõe que Israel compareça ao Congresso dos estados francófonos, "onde israelenses e árabes poderão se encontrar".
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