19/04/2007
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14h30
O candidato do centro à presidência da França, François Bayrou, faz bastante sucesso entre os muçulmanos franceses. Estima-se que existam entre 1,5 e 2 milhões de eleitores com origens no Magreb --Marrocos, Argélia e Tunísia-- no país, mas os números não são oficiais.
"A única certeza é de que a comunidade muçulmana comparecerá em massa às urnas no dia da eleição", disse Abdallah Zekri, do Conselho Superior das Mesquitas da França e presidente da Associação dos Argelinos da França.
"Há um grande entusiasmo que se refletiu no número de inscrições nas listas eleitorais".
Há também um grande apelo para os jovens "que não só têm o direito ao voto, mas também o dever de exercitá-lo".
Zekri afirma que as posições de Sarkozy e algumas de suas declarações sobre assuntos como a poligamia e o anúncio da criação de um ministério da Imigração deixaram os muçulmanos "perplexos".
Já Segolène, para os muçulmanos, não teria "maturidade" suficiente para o cargo.
Portanto, apenas Bayrou restaria como uma boa opção para os muçulmanos no país.
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Bayrou é candidato favorito dos muçulmanos em eleição na França
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da Ansa, em ParisO candidato do centro à presidência da França, François Bayrou, faz bastante sucesso entre os muçulmanos franceses. Estima-se que existam entre 1,5 e 2 milhões de eleitores com origens no Magreb --Marrocos, Argélia e Tunísia-- no país, mas os números não são oficiais.
"A única certeza é de que a comunidade muçulmana comparecerá em massa às urnas no dia da eleição", disse Abdallah Zekri, do Conselho Superior das Mesquitas da França e presidente da Associação dos Argelinos da França.
"Há um grande entusiasmo que se refletiu no número de inscrições nas listas eleitorais".
Há também um grande apelo para os jovens "que não só têm o direito ao voto, mas também o dever de exercitá-lo".
Zekri afirma que as posições de Sarkozy e algumas de suas declarações sobre assuntos como a poligamia e o anúncio da criação de um ministério da Imigração deixaram os muçulmanos "perplexos".
Já Segolène, para os muçulmanos, não teria "maturidade" suficiente para o cargo.
Portanto, apenas Bayrou restaria como uma boa opção para os muçulmanos no país.
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