20/04/2007
-
08h17
O candidato conservador ao Palácio do Eliseu, Nicolas Sarkozy, continua como o favorito em intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais francesas, segundo as três pesquisas publicadas hoje, a dois dias da votação.
A socialista Ségolène Royal está em segundo lugar nas pesquisas e disputa a vaga no segundo turno com o centrista François Bayrou, que permanece em terceiro, segundo as enquetes da Ipsos/Dell e da Ifop-Fiducial. Pela pesquisa da CSA, a distância entre Sarkozy e Royal diminuiu.
O ultradireitista Jean-Marie Le Pen aparece invariavelmente como quarto colocado.
Ainda há um grande número de indecisos (13%), por isso os analistas não descartam surpresas na apuração.
A lei eleitoral francesa proíbe a publicação de pesquisas a partir de meia-noite, quando termina a campanha eleitoral.
Sarkozy conta com 30% das intenções de voto segundo a Ipsos/Dell, 28% pela Ifop-Fiducial e 27% na pesquisa da CSA.
Royal tem 23% na Ipsos/Dell, 22,5% na Ifop-Fiducial e 26% na CSA, a única pesquisa a deixar a socialista perto de Sarkozy e com boa vantagem sobre Bayrou.
O líder centrista teria 17% dos votos segundo a CSA, 18% para a Ipsos/Dell e 20% oara a Ifop-Fiducial.
Le Pen, quem em 2002 surpreendeu e chegou ao segundo turno, obtém 16% na CSA e 13% nas outras duas.
Dos outros oito candidatos, só o ultraesquerdista Olivier Besancenot se aproxima dos 5% de intenções de voto, seguido de longe pela comunista Marie-George Buffet (3%) e pelo soberanista de direita Philippe de Villiers (2,5%).
Promessas
Nesta reta final, Sarkozy se apresentou hoje como "dique" contra o "pior", em alusão à extrema direita. Ele prometeu não fazer acordos com a Frente Nacional (FN) de Le Pen nem nomear ministros do partido em seu governo, se for eleito.
"Quero uma sociedade tolerante. Minha França não é a de Le Pen porque minha França não é uma raça, não é uma etnia, nem a exclusão, nem o desprezo do outro", disse Sarkozy.
Ele atacou Bayrou, que chamou de oportunista. Quanto a Royal, disse que se chocava com algumas de suas declarações, como as de que "lutará contra o governo taleban, que não existe há cinco anos" e que "é preciso tirar lições da justiça chinesa".
Royal, por sua vez, centrou seus ataques em Bayrou, que "está em cima do muro", o que "não é muito cômodo". "Um certo número de franceses não se situa nem à direita nem à esquerda. É o filão de François Bayrou, que se mantém numa espécie de imprecisão", disse.
Para 59% dos franceses, a campanha eleitoral foi "de má qualidade", mas 60% se disseram motivados a votar, segundo pesquisa da OpinionWay publicada hoje.
Leia mais
Le Pen pede voto de judeus em eleição presidencial na França
Candidatos franceses chegam às vésperas de eleição empatados
Maioria dos franceses diz esperar vitória de Sarkozy na eleição
42% dos eleitores franceses ainda estão indecisos
Candidato à Presidência da França diz que rivais o ajudam a subir
Especial
Leia o que já foi publicado sobre François Bayrou
Leia o que já foi publicado sobre Nicolas Sarkozy
Sarkozy mantém liderança em última pesquisa antes do 1º turno
Publicidade
da Efe, em ParisO candidato conservador ao Palácio do Eliseu, Nicolas Sarkozy, continua como o favorito em intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais francesas, segundo as três pesquisas publicadas hoje, a dois dias da votação.
A socialista Ségolène Royal está em segundo lugar nas pesquisas e disputa a vaga no segundo turno com o centrista François Bayrou, que permanece em terceiro, segundo as enquetes da Ipsos/Dell e da Ifop-Fiducial. Pela pesquisa da CSA, a distância entre Sarkozy e Royal diminuiu.
O ultradireitista Jean-Marie Le Pen aparece invariavelmente como quarto colocado.
Ainda há um grande número de indecisos (13%), por isso os analistas não descartam surpresas na apuração.
A lei eleitoral francesa proíbe a publicação de pesquisas a partir de meia-noite, quando termina a campanha eleitoral.
Sarkozy conta com 30% das intenções de voto segundo a Ipsos/Dell, 28% pela Ifop-Fiducial e 27% na pesquisa da CSA.
Royal tem 23% na Ipsos/Dell, 22,5% na Ifop-Fiducial e 26% na CSA, a única pesquisa a deixar a socialista perto de Sarkozy e com boa vantagem sobre Bayrou.
O líder centrista teria 17% dos votos segundo a CSA, 18% para a Ipsos/Dell e 20% oara a Ifop-Fiducial.
Le Pen, quem em 2002 surpreendeu e chegou ao segundo turno, obtém 16% na CSA e 13% nas outras duas.
Dos outros oito candidatos, só o ultraesquerdista Olivier Besancenot se aproxima dos 5% de intenções de voto, seguido de longe pela comunista Marie-George Buffet (3%) e pelo soberanista de direita Philippe de Villiers (2,5%).
Promessas
Nesta reta final, Sarkozy se apresentou hoje como "dique" contra o "pior", em alusão à extrema direita. Ele prometeu não fazer acordos com a Frente Nacional (FN) de Le Pen nem nomear ministros do partido em seu governo, se for eleito.
"Quero uma sociedade tolerante. Minha França não é a de Le Pen porque minha França não é uma raça, não é uma etnia, nem a exclusão, nem o desprezo do outro", disse Sarkozy.
Ele atacou Bayrou, que chamou de oportunista. Quanto a Royal, disse que se chocava com algumas de suas declarações, como as de que "lutará contra o governo taleban, que não existe há cinco anos" e que "é preciso tirar lições da justiça chinesa".
Royal, por sua vez, centrou seus ataques em Bayrou, que "está em cima do muro", o que "não é muito cômodo". "Um certo número de franceses não se situa nem à direita nem à esquerda. É o filão de François Bayrou, que se mantém numa espécie de imprecisão", disse.
Para 59% dos franceses, a campanha eleitoral foi "de má qualidade", mas 60% se disseram motivados a votar, segundo pesquisa da OpinionWay publicada hoje.
Leia mais
Especial


