05/05/2007
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21h38
Cerca de 500 pessoas programaram uma manifestação que aconteceria neste sábado na Cidade do México a favor da descriminalização da maconha. No entanto, autoridades da cidade reprimiram a marcha.
"Queremos tirar o consumidor da criminalidade com manifestações pacíficas e, para isso, havíamos planejado uma passeata. Mas a polícia ameaçou prender quem fumasse maconha", disse à France Presse Jorge Hernández, porta-voz da Associação Mexicana de Estudos da Maconha (AMECA).
A organização, que reúne 11 associações, realizou diversos eventos durante os últimos sete anos acompanhando manifestações mundiais a favor da legalização da maconha.
No ano passado, os manifestantes quiseram caminhar pela rua Amsterdã, localizada no em um bairro central da Cidade de México. O nome da rua é uma alusão à cidade européia onde o consumo de maconha é regulamentado.
Depois de advertências das autoridades locais, os manifestantes tiveram de se contentar com a apresentação de uma performance, grupos musicais e oradores da AMECA.
"Limitaram nosso direito de livre manifestação. Quando a droga vira tema [da passeata], a moral privada se transforma em política pública. Sempre fumamos durante as caminhadas e nunca aconteceu nada", denunciou Hernández.
Segundo o presidente da AMECA, Leopoldo Rivera, um grupo de policiais antimotim se aproximou dos manifestantes. "Isso nunca havia ocorrido antes."
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a legalização da maconha
Autoridades mexicanas impedem passeata para legalização da maconha
da France Presse, no MéxicoCerca de 500 pessoas programaram uma manifestação que aconteceria neste sábado na Cidade do México a favor da descriminalização da maconha. No entanto, autoridades da cidade reprimiram a marcha.
"Queremos tirar o consumidor da criminalidade com manifestações pacíficas e, para isso, havíamos planejado uma passeata. Mas a polícia ameaçou prender quem fumasse maconha", disse à France Presse Jorge Hernández, porta-voz da Associação Mexicana de Estudos da Maconha (AMECA).
A organização, que reúne 11 associações, realizou diversos eventos durante os últimos sete anos acompanhando manifestações mundiais a favor da legalização da maconha.
No ano passado, os manifestantes quiseram caminhar pela rua Amsterdã, localizada no em um bairro central da Cidade de México. O nome da rua é uma alusão à cidade européia onde o consumo de maconha é regulamentado.
Depois de advertências das autoridades locais, os manifestantes tiveram de se contentar com a apresentação de uma performance, grupos musicais e oradores da AMECA.
"Limitaram nosso direito de livre manifestação. Quando a droga vira tema [da passeata], a moral privada se transforma em política pública. Sempre fumamos durante as caminhadas e nunca aconteceu nada", denunciou Hernández.
Segundo o presidente da AMECA, Leopoldo Rivera, um grupo de policiais antimotim se aproximou dos manifestantes. "Isso nunca havia ocorrido antes."
Especial

