21/05/2007
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10h15
Gerry McCann, pai de Madeleine, menina de quatro anos desaparecida desde o dia 3 de maio no sul de Portugal, voltou nesta segunda-feira pela primeira vez à Inglaterra para se reunir com os organizadores da campanha internacional pela busca da criança.
McCann permanecerá apenas 24 horas no Reino Unido para resolver assuntos familiares e tratar da permanência da família em Portugal. Ele deve voltar amanhã para se reunir com sua mulher, Kate, e seus filhos, Sean e Amelie, que aguardam notícias sobre o paradeiro de Maddy na praia da Luz, região do Algarve onde ela foi seqüestrada.
No sábado (19), Gerry e Kate deixaram-se fotografar brincando com os dois filhos mais novos, para mostrar que estão otimistas na procura pela criança.
A desaparição de Madeleine desatou uma campanha internacional sem precedentes, que conta com o apoio de companhias de transporte européias, bancos, empresas petrolíferas, supermercados e outras empresas, que distribuíram cartazes em centenas de postos e escritórios na Europa e em outras partes do mundo.
Entre as empresas que aderiram à campanha está a companhia de ônibus National Express, as petrolíferas Shell e Exxon, o Royal Bank of Scotland e o Banco Santander e a companhia aérea BBA, que distribuiu cartazes com a fotografia de Madeleine pelos aeroportos britânicos.
Além disso, US$ 5 milhões foram doados por celebridades britânicas como o jogador de futebol David Beckham e a escritora dos livros de Harry Potter, J. K. Rowling, como recompensa a quem encontrar a menina.
Também foram reunidos cerca de US$ 150 mil em doações na campanha "Find Madeleine Fighting Fund". Um site na internet criado na quarta-feira (16) para encontrar a criança recebeu até agora 97 milhões de visitas e mais de 50 mil mensagens de apoio.
A polícia portuguesa confirmou que o único suspeito, o britânico Robert Murat, 33, falou por telefone com uma testemunha-chave do caso, o russo Sergey Malinka, na noite em que Madeleine desapareceu. Malinka havia dito à polícia que não falava com Murat havia mais de um ano.
O inspetor da polícia portuguesa a cargo da investigação, Olegário de Sousa, declarou que não há provas suficientes para prender Murat, que negou qualquer ligação com o caso.
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da Ansa, em LondresGerry McCann, pai de Madeleine, menina de quatro anos desaparecida desde o dia 3 de maio no sul de Portugal, voltou nesta segunda-feira pela primeira vez à Inglaterra para se reunir com os organizadores da campanha internacional pela busca da criança.
McCann permanecerá apenas 24 horas no Reino Unido para resolver assuntos familiares e tratar da permanência da família em Portugal. Ele deve voltar amanhã para se reunir com sua mulher, Kate, e seus filhos, Sean e Amelie, que aguardam notícias sobre o paradeiro de Maddy na praia da Luz, região do Algarve onde ela foi seqüestrada.
| Stephen Hird/Reuters |
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| Tia de Madeleine carrega cartaz com foto de sobrinha desaparecida |
A desaparição de Madeleine desatou uma campanha internacional sem precedentes, que conta com o apoio de companhias de transporte européias, bancos, empresas petrolíferas, supermercados e outras empresas, que distribuíram cartazes em centenas de postos e escritórios na Europa e em outras partes do mundo.
Entre as empresas que aderiram à campanha está a companhia de ônibus National Express, as petrolíferas Shell e Exxon, o Royal Bank of Scotland e o Banco Santander e a companhia aérea BBA, que distribuiu cartazes com a fotografia de Madeleine pelos aeroportos britânicos.
Além disso, US$ 5 milhões foram doados por celebridades britânicas como o jogador de futebol David Beckham e a escritora dos livros de Harry Potter, J. K. Rowling, como recompensa a quem encontrar a menina.
Também foram reunidos cerca de US$ 150 mil em doações na campanha "Find Madeleine Fighting Fund". Um site na internet criado na quarta-feira (16) para encontrar a criança recebeu até agora 97 milhões de visitas e mais de 50 mil mensagens de apoio.
A polícia portuguesa confirmou que o único suspeito, o britânico Robert Murat, 33, falou por telefone com uma testemunha-chave do caso, o russo Sergey Malinka, na noite em que Madeleine desapareceu. Malinka havia dito à polícia que não falava com Murat havia mais de um ano.
O inspetor da polícia portuguesa a cargo da investigação, Olegário de Sousa, declarou que não há provas suficientes para prender Murat, que negou qualquer ligação com o caso.
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