02/01/2001
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22h25
da Reuters
em Washington
A equipe do presidente eleito dos Estados Unidos, George W. Bush, criticou e considerou inválido o acordo assinado pelo presidente Bill Clinton a favor da criação do primeiro tribunal mundial de crimes de guerra e de violação aos direitos humanos.
O porta-voz de Bush, Ari Fleischer, disse que quando o republicano tomar posse em 20 de janeiro, ele não irá enviar o tratado ao Senado para ratificação na sua "presente forma".
"Nós vamos revisá-lo quando tomarmos posse. Mas estamos preocupados com a sua invalidade", ele disse, recusando-se a elaborar o argumento.
O tribunal internacional de crimes, baseado nos princípios dos julgamentos de crimes nazistas ocorridos no final da Segunda Guerra Mundial, irá levar para o banco dos réus indivíduos acusados de assassinatos em massa, crimes de guerra e outras violações aos direitos humanos. A Corte seria criada nos Países Baixos.
A assinatura do acordo demonstra o apoio político do país à criação do tribunal, mas este só poderá começar a funcionar até que os 60 países ratifiquem o acordo. Até agora, ele foi assinado por 27 nações.
Bill Clinton assinou o tratado no domingo, dizendo que o seu ato foi para "reafirmar o nosso forte apoio à responsabilidade internacional final de levar a julgamento os perpetradores de genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade".
Alguns republicanos conservadores temem que o tribunal poderá levar à situação onde um país estrangeiro poderá por membros das Forças Armadas norte-americanas no banco dos réus.
Bush rejeita acordo para criar tribunal de crimes de guerra
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da Reuters
em Washington
A equipe do presidente eleito dos Estados Unidos, George W. Bush, criticou e considerou inválido o acordo assinado pelo presidente Bill Clinton a favor da criação do primeiro tribunal mundial de crimes de guerra e de violação aos direitos humanos.
O porta-voz de Bush, Ari Fleischer, disse que quando o republicano tomar posse em 20 de janeiro, ele não irá enviar o tratado ao Senado para ratificação na sua "presente forma".
"Nós vamos revisá-lo quando tomarmos posse. Mas estamos preocupados com a sua invalidade", ele disse, recusando-se a elaborar o argumento.
O tribunal internacional de crimes, baseado nos princípios dos julgamentos de crimes nazistas ocorridos no final da Segunda Guerra Mundial, irá levar para o banco dos réus indivíduos acusados de assassinatos em massa, crimes de guerra e outras violações aos direitos humanos. A Corte seria criada nos Países Baixos.
A assinatura do acordo demonstra o apoio político do país à criação do tribunal, mas este só poderá começar a funcionar até que os 60 países ratifiquem o acordo. Até agora, ele foi assinado por 27 nações.
Bill Clinton assinou o tratado no domingo, dizendo que o seu ato foi para "reafirmar o nosso forte apoio à responsabilidade internacional final de levar a julgamento os perpetradores de genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade".
Alguns republicanos conservadores temem que o tribunal poderá levar à situação onde um país estrangeiro poderá por membros das Forças Armadas norte-americanas no banco dos réus.


