03/01/2001
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14h48
em Washington
O novo Congresso dos EUA, praticamente dividido em partes iguais, inicia hoje suas atividades e terá maioria democrata durante 17 dias, até que tomem posse o presidente eleito, George W. Bush, e seu companheiro de chapa, Dick Cheney.
O Legislativo apresenta duas novidades: o Senado nunca esteve dividido com 50 senadores do Partido Republicano e 50 do Democrata e a senadora eleita Hillary Clinton será a primeira mulher de um presidente a ser eleita para uma cadeira do Senado.
O presidente, Bill Clinton, estará na galeria de convidados assistindo ao vice-presidente, Al Gore, tomar o juramento dos legisladores. No próximo dia 20, Clinton entregará a Casa Branca ao republicano George W. Bush e o 107° Congresso norte-americano começará a analisar os projetos de Bush de reduzir impostos, aumentar os gastos com educação e outros temas.
Contudo, antes de mais nada os republicanos devem decidir como encararão os pedidos democratas de repartir por igual a composição das comissões senatoriais e como fazer com que os membros dos dois partidos recebam o mesmo tempo para falar na Câmara.
Onze novos senadores e 41 membros da Câmara de Representantes estarão entre os 434 representantes e 34 senadores que prestam juramento hoje. A Câmara tem uma cadeira vaga desde a morte, no mês passado, do representante Julian Dizon, democrata da Califórnia, e apenas os novos senadores e os reeleitos vão jurar hoje.
O novo Congresso manterá a maioria republicana nas duas Câmaras que tem desde 1995. Será a primeira vez que os republicanos controlarão as duas Câmaras do Congresso e a Casa Branca desde janeiro de 1955, quando Dwight Eisenhower era presidente.
Na Câmara Baixa, os republicanos têm uma pequena maioria (221-211), mais dois independentes.
Em 1952, os republicanos tiveram maioria na Câmara com 221 cadeiras contra 213, mais um independente, e no Senado, ficaram com 48 cadeiras contra 47, mais um independente que costumava votar com os republicanos.
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Novo Congresso dos EUA inicia atividades dividido
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da APem Washington
O novo Congresso dos EUA, praticamente dividido em partes iguais, inicia hoje suas atividades e terá maioria democrata durante 17 dias, até que tomem posse o presidente eleito, George W. Bush, e seu companheiro de chapa, Dick Cheney.
O Legislativo apresenta duas novidades: o Senado nunca esteve dividido com 50 senadores do Partido Republicano e 50 do Democrata e a senadora eleita Hillary Clinton será a primeira mulher de um presidente a ser eleita para uma cadeira do Senado.
O presidente, Bill Clinton, estará na galeria de convidados assistindo ao vice-presidente, Al Gore, tomar o juramento dos legisladores. No próximo dia 20, Clinton entregará a Casa Branca ao republicano George W. Bush e o 107° Congresso norte-americano começará a analisar os projetos de Bush de reduzir impostos, aumentar os gastos com educação e outros temas.
Contudo, antes de mais nada os republicanos devem decidir como encararão os pedidos democratas de repartir por igual a composição das comissões senatoriais e como fazer com que os membros dos dois partidos recebam o mesmo tempo para falar na Câmara.
Onze novos senadores e 41 membros da Câmara de Representantes estarão entre os 434 representantes e 34 senadores que prestam juramento hoje. A Câmara tem uma cadeira vaga desde a morte, no mês passado, do representante Julian Dizon, democrata da Califórnia, e apenas os novos senadores e os reeleitos vão jurar hoje.
O novo Congresso manterá a maioria republicana nas duas Câmaras que tem desde 1995. Será a primeira vez que os republicanos controlarão as duas Câmaras do Congresso e a Casa Branca desde janeiro de 1955, quando Dwight Eisenhower era presidente.
Na Câmara Baixa, os republicanos têm uma pequena maioria (221-211), mais dois independentes.
Em 1952, os republicanos tiveram maioria na Câmara com 221 cadeiras contra 213, mais um independente, e no Senado, ficaram com 48 cadeiras contra 47, mais um independente que costumava votar com os republicanos.


