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05/01/2001 - 12h34

Veja os casos mais famosos de assassinos em série da história

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da France Presse
em Paris

Um médico de família britânico já condenado à prisão perpétua pela morte de 15 pacientes, Harold Shipman, pode ter assassinado no total cerca de 300 pessoas, segundo uma nova investigação administrativa divulgada hoje em Londres.

Este é mais um dos vários assassinos em série que se têm notícia. Veja a seguir, os casos mais conhecidos desses assassinos:

COLÔMBIA:
Luis Alfredo Garavito, "o monstro de Gênova", condenado em maio de 2000, em Bogotá (capital do país), a um total de 835 anos de prisão, é considerado como um dos mais sanguinários matadores em série, com 189 mortes comprovadas.

EQUADOR:
Pedro Lopez Monsalve foi condenado em 1980 pela morte e estupro de cerca de 60 meninos e meninas, cujos corpos já foram encontrados, mas é suspeito de ter matado 300 pessoas.

RÚSSIA:
O "açougueiro de Rostov", Andrei Tchikatilo, foi declarado culpado de 52 mortes e abusos sexuais com suas vítimas, crimes cometidos principalmente contra crianças e adolescentes entre 1978 e 1990. Este doutor em filosofia e ex-professor foi executado em 1994.

PAQUISTÃO:
Javed Iqbal, 38, foi condenado à morte no dia 16 de março do ano passado pelo assassinato de cem menores. Posteriormente, ele confessou à polícia que havia dissolvido os corpos em ácido.

ESTADOS UNIDOS:
John Wayne Gacy, chamado de "o palhaço assassino", estuprou e estrangulou 33 jovens entre 1972 e 1978. Vinte e nove cadáveres foram encontrados enterrados sob sua casa. Foi executado em 1994 em Illinois (Nordeste dos EUA).

Jeffrey Dahmer, conhecido como "o açougueiro de Milwaukee", cometeu 17 assassinatos de 1978 a 1991 e confessou ter comido a carne de três vítimas. Foi morto por um detento em 1994.

ÁFRICA DO SUL:
Moses Sithole, 32, foi condenado a 2.410 anos de prisão em 1997 por 38 assassinatos e 40 estupros.

UCRÂNIA:
Anatoli Onoprienko, 30, foi condenado à morte no dia 1° de abril de 1998 pelo assassinato de 52 pessoas, entre as quais dez menores, entre 1989 e 1996.

ITÁLIA:
Donato Bilancia, 46, confessou ter assassinado 17 pessoas entre outubro de 1997 e abril de 1998 e foi condenado no dia 12 de abril do ano passado a 13 penas de prisão perpétua em Gênova (Norte da Itália).

REINO UNIDO:
Rosemary West foi condenada à prisão perpétua em novembro de 1995 por dez assassinatos e é suspeita de outros nove crimes. Na "Casa dos Horrores", em Gloucester (Oeste do país), foram descobertos dez cadáveres, entre os quais os das filhas do casal West. Seu marido, Frederik, se suicidou na prisão em janeiro de 1995, depois de ter confessado 12 assassinatos.

O britânico Dennis Nilsen foi condenado à prisão perpétua por matar 15 jovens em seu apartamento de Londres e ter feito desaparecer seus restos no vaso sanitário entre 1978 e 1983.

Jack, "o estripador", matou diversas prostitutas em Whitechapel, subúrbio de Londres, no ano de 1888. Jack ficou muito conhecido e sua história transformou-se em um mito dos assassinos em série. A identidade do assassino, no entanto, nunca foi revelada.

ALEMANHA:
Peter Kuerten, "o vampiro de Duesseldorf", foi decapitado em 1931 pelo assassinato de nove meninas e mulheres, cujo sangue bebeu. Confessou ter matado 50 pessoas.

FRANÇA:
O médico Marcel Petiot foi declarado culpado de 24 assassinatos e executado em 1946. Despedaçava e queimava suas vítimas em um hotel parisiense.

Henri-Désiré Landru, executado em 1922, utilizava os anúncios matrimoniais para atrair suas vítimas, cujos cadáveres queimava em sua cozinha. Dez mulheres desapareceram dessa forma.
 

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