15/09/2001
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08h54
O presidente do Iraque, Saddam Hussein, pediu aos Estados Unidos hoje que dêem uma prova de "sabedoria" e evitem o uso "da força" após os atentados da última terça-feira (11).
"Os Estados Unidos necessitam de sabedoria, e não de força", disse Hussein em uma mensagem dirigida aos americanos e a outros povos ocidentais.
"Os Estados Unidos e o Ocidente usaram a força ao extremo e, depois, perceberam que ela não teve o efeito que queriam", afirmou o presidente iraquiano. "Poderão uma vez seus dirigentes recorrer à sabedoria, para que seu povo e o mundo vivam em paz e segurança?"
Saddam, cujo país enfrentou uma aliança liderada pelos Estados Unidos na Guerra do Golfo em 1991, após a invasão do Iraque ao Kuait, disse duvidar que o país repondesse violentamente se os terroristas fossem do Ocidente.
Os EUA ameaçam atacar o Afeganistão, país que estaria abrigando o milionário saudita Osama bin Laden, principal suspeito de promover os atentados terroristas.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
Saddam Hussein pede que EUA não recorram à força
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da France Presse, em Bagdá O presidente do Iraque, Saddam Hussein, pediu aos Estados Unidos hoje que dêem uma prova de "sabedoria" e evitem o uso "da força" após os atentados da última terça-feira (11).
"Os Estados Unidos necessitam de sabedoria, e não de força", disse Hussein em uma mensagem dirigida aos americanos e a outros povos ocidentais.
"Os Estados Unidos e o Ocidente usaram a força ao extremo e, depois, perceberam que ela não teve o efeito que queriam", afirmou o presidente iraquiano. "Poderão uma vez seus dirigentes recorrer à sabedoria, para que seu povo e o mundo vivam em paz e segurança?"
Saddam, cujo país enfrentou uma aliança liderada pelos Estados Unidos na Guerra do Golfo em 1991, após a invasão do Iraque ao Kuait, disse duvidar que o país repondesse violentamente se os terroristas fossem do Ocidente.
Os EUA ameaçam atacar o Afeganistão, país que estaria abrigando o milionário saudita Osama bin Laden, principal suspeito de promover os atentados terroristas.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA

