15/09/2001
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12h50
da Folha Online
Os atentados terroristas de terça-feira aos Estados Unidos já custaram US$ 2,4 milhões para a TAM. A companhia calcula em US$ 600 mil o custo operacional diário de deixar de operar as linhas aéreas que ligam o Brasil aos Estados Unidos, e vice-versa.
Desde terça-feira, quando o espaço aéreo norte-americano foi fechado para pousos e decolagens, a TAM está operando de forma irregular os vôos que fazem a ligação São Paulo-Miami e Miami-São Paulo. De lá para cá, a empresa operar apenas um vôo, na quinta-feira, de Miami para o Brasil.
Se por um lado a empresa conseguiu trazer passageiros que estavam presos nos EUA aguardando para retornar ao país, por outro, a TAM perdeu a única aeronave que possuía em território norte-americano.
A AFA (Administração Federal de Aviação dos EUA) reabriu apenas na sexta-feira à noite o espaço aéreo norte-americano para pousos operados por companhias estrangeiras. Mas a TAM e Varig -que mantém vôos diários para os Estados Unidos- ainda não foram comunicadas oficialmente sobre a liberação.
Somente depois de operar vôos de São Paulo para Miami é que a TAM poderá trazer os passageiros que estão nos Estados Unidos aguardando a vez de viajar para o Brasil.
A Varig ainda não calculou os custos operacionais da proibição de operar no espaço aéreo norte-americano. Estima-se que a TAM e Varig, juntas, tenham deixado de transportar cerca de 5.000 passageiros desde terça-feira.
Acompanhe a situação dos aeroportos dos EUA
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
Terrorismo já custa US$ 2,4 mi para a TAM
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FABIANA FUTEMAda Folha Online
Os atentados terroristas de terça-feira aos Estados Unidos já custaram US$ 2,4 milhões para a TAM. A companhia calcula em US$ 600 mil o custo operacional diário de deixar de operar as linhas aéreas que ligam o Brasil aos Estados Unidos, e vice-versa.
Desde terça-feira, quando o espaço aéreo norte-americano foi fechado para pousos e decolagens, a TAM está operando de forma irregular os vôos que fazem a ligação São Paulo-Miami e Miami-São Paulo. De lá para cá, a empresa operar apenas um vôo, na quinta-feira, de Miami para o Brasil.
Se por um lado a empresa conseguiu trazer passageiros que estavam presos nos EUA aguardando para retornar ao país, por outro, a TAM perdeu a única aeronave que possuía em território norte-americano.
A AFA (Administração Federal de Aviação dos EUA) reabriu apenas na sexta-feira à noite o espaço aéreo norte-americano para pousos operados por companhias estrangeiras. Mas a TAM e Varig -que mantém vôos diários para os Estados Unidos- ainda não foram comunicadas oficialmente sobre a liberação.
Somente depois de operar vôos de São Paulo para Miami é que a TAM poderá trazer os passageiros que estão nos Estados Unidos aguardando a vez de viajar para o Brasil.
A Varig ainda não calculou os custos operacionais da proibição de operar no espaço aéreo norte-americano. Estima-se que a TAM e Varig, juntas, tenham deixado de transportar cerca de 5.000 passageiros desde terça-feira.
Acompanhe a situação dos aeroportos dos EUA
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA


