16/09/2001
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05h11
O presidente paquistanês, general Pervez Musharraf, visitará seus dois principais aliados, China e Arábia Saudita, para discutir a crise criada pelos atentados de 11 de setembro nos EUA. A informação foi confirmada por uma fonte do governo.
Segundo um funcionário da chancelaria, que pediu para não ser identificado, o presidente do Paquistão poderá viajar para a China na segunda-feira.
"O presidente fará uma curta viagem à China e à Arábia Saudita, mas o programa ainda não foi acertado", disse.
Paquistão e China são grandes aliados. O presidente paquistanês já se reuniu em Islamabad com o embaixador chinês para discutir as consequências dos atentados em Nova York e Washington.
A decisão de se reunir com seus aliados é tomada um dia depois de Islamabad anunciar total cooperação na luta contra o terrorismo internacional anunciada pelos EUA.
A ação pode implicar em uma ação militar contra o Afeganistão, onde está refugiado Osama Bin Laden, considerado principal suspeito dos atentados.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
Leia mais no especial sobre Paquistão
Presidente do Paquistão vai à China e Arábia Saudita
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da France Presse, em Islamabad (Paquistão)O presidente paquistanês, general Pervez Musharraf, visitará seus dois principais aliados, China e Arábia Saudita, para discutir a crise criada pelos atentados de 11 de setembro nos EUA. A informação foi confirmada por uma fonte do governo.
Segundo um funcionário da chancelaria, que pediu para não ser identificado, o presidente do Paquistão poderá viajar para a China na segunda-feira.
"O presidente fará uma curta viagem à China e à Arábia Saudita, mas o programa ainda não foi acertado", disse.
Paquistão e China são grandes aliados. O presidente paquistanês já se reuniu em Islamabad com o embaixador chinês para discutir as consequências dos atentados em Nova York e Washington.
A decisão de se reunir com seus aliados é tomada um dia depois de Islamabad anunciar total cooperação na luta contra o terrorismo internacional anunciada pelos EUA.
A ação pode implicar em uma ação militar contra o Afeganistão, onde está refugiado Osama Bin Laden, considerado principal suspeito dos atentados.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
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