20/09/2001
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03h24
Os Estados Unidos podem aliviar as sanções econômicas contra o Paquistão, aliado potencial de grande importância na provável incursão militar no Afeganistão, informa a edição de quinta-feira do jornal britânico "Financial Times".
Propostas para reduzir as sanções decretadas em 1998 contra o Paquistão e a Índia, depois que os dois países realizaram testes nucleares, serão apresentadas na quinta-feira aos membros das comissões de Relações Exteriores do Congresso americano.
A medida visa a incentivar o Paquistão a cooperar na guerra que os EUA pretendem desatar depois dos atentados de 11 de setembro.
Os EUA consideram como principal suspeito desses atentados o milionário saudita Osama bin Laden, que vive refugiado no Afeganistão, país vizinho do Paquistão.
A agência americana de qualificação Standard and Poor's (S&P) afirmou na quarta-feira que os atentados aumentaram o "risco geopolítico" do Paquistão, mas as consequências nos dados financeiros do país não serão "necessariamente negativas".
A evolução futura do índice de risco do Paquistão vai depender da forma como o governo do presidente paquistanês, general Pervez Musharraf, responder ao pedido norte-americano de cooperação
A oposição de parte da população a uma ajuda do país para capturar bin Laden no Afeganistão também pode influenciar os índices declarou a S&P.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
EUA podem reduzir sanções econômicas contra o Paquistão
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da France Presse, em LondresOs Estados Unidos podem aliviar as sanções econômicas contra o Paquistão, aliado potencial de grande importância na provável incursão militar no Afeganistão, informa a edição de quinta-feira do jornal britânico "Financial Times".
Propostas para reduzir as sanções decretadas em 1998 contra o Paquistão e a Índia, depois que os dois países realizaram testes nucleares, serão apresentadas na quinta-feira aos membros das comissões de Relações Exteriores do Congresso americano.
A medida visa a incentivar o Paquistão a cooperar na guerra que os EUA pretendem desatar depois dos atentados de 11 de setembro.
Os EUA consideram como principal suspeito desses atentados o milionário saudita Osama bin Laden, que vive refugiado no Afeganistão, país vizinho do Paquistão.
A agência americana de qualificação Standard and Poor's (S&P) afirmou na quarta-feira que os atentados aumentaram o "risco geopolítico" do Paquistão, mas as consequências nos dados financeiros do país não serão "necessariamente negativas".
A evolução futura do índice de risco do Paquistão vai depender da forma como o governo do presidente paquistanês, general Pervez Musharraf, responder ao pedido norte-americano de cooperação
A oposição de parte da população a uma ajuda do país para capturar bin Laden no Afeganistão também pode influenciar os índices declarou a S&P.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA


