24/09/2001
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07h39
O grupo islâmico extremista Taleban, que controla a maior parte do Afeganistão, mobilizou cerca de 300 mil afegãos para lutar em uma eventual invasão dos Estados Unidos ao país, afirmou hoje o secretário de Defesa do movimento, o mulá Obaidula.
"O ministério de Defesa decidiu mobilizar 300 mil homens suplementares que tem experiência de Jihad ['guerra santa']", afirmou o líder em um comunicado. "Foram destinados à capital, às fronteiras e aos ligares mais importantes."
O Taleban decidiu ontem enviar líderes às diversas províncias do Afeganistão para mobilizar os afegãos para o combate.
Os EUA têm dado demonstração de que os planos de invasão ao Afeganistão para capturar o milionário saudita Osama bin Laden devem ser levados adiante.
Bin Laden, suspeito de tramar os atentados terroristas de 11 de setembro contra os EUA, é lider da organização terrorista Al Qaeda, que seus campos de treinamento no Afeganistão com o consentimento do Taleban.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
Taleban diz ter 300 mil soldados prontos para a guerra
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da France Presse, em Cabul (Afeganistão)O grupo islâmico extremista Taleban, que controla a maior parte do Afeganistão, mobilizou cerca de 300 mil afegãos para lutar em uma eventual invasão dos Estados Unidos ao país, afirmou hoje o secretário de Defesa do movimento, o mulá Obaidula.
"O ministério de Defesa decidiu mobilizar 300 mil homens suplementares que tem experiência de Jihad ['guerra santa']", afirmou o líder em um comunicado. "Foram destinados à capital, às fronteiras e aos ligares mais importantes."
O Taleban decidiu ontem enviar líderes às diversas províncias do Afeganistão para mobilizar os afegãos para o combate.
Os EUA têm dado demonstração de que os planos de invasão ao Afeganistão para capturar o milionário saudita Osama bin Laden devem ser levados adiante.
Bin Laden, suspeito de tramar os atentados terroristas de 11 de setembro contra os EUA, é lider da organização terrorista Al Qaeda, que seus campos de treinamento no Afeganistão com o consentimento do Taleban.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA


