27/09/2001
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16h02
Os Estados Unidos não vão apoiar a viagem do líder religioso norte-americano Jesse Jackson, que teria sido convidado pelo Taleban para uma missão de paz no Afeganistão.
"Não estamos interessados em dialogar", disse o subsecretário de Estado Richard Armitage. "Estamos interessados em ação, não em negociação. Os pedidos não estão sujeitos a um diálogo", disse.
Para Armitage, o Taleban tenta adiar a entrega de Osama bin Laden, acusado pelos EUA como o principal responsável pelos atentados contra Nova York e Washington, em 11 de setembro. "Me parece que estão tentando adiar a decisão que devem tomar", disse.
Armitage disse ainda que Jackson conversou sobre o convite do Taleban com o secretário de Estado, Colin Powell.
Armitage afirmou que embora o governo dos EUA não vá impedir que Jackson viaje ao Afeganistão, os EUA não darão nenhum tipo de apoio.
Jackson informou que Mohammed Shaheen, porta-voz do Taleban no Paquistão, pediu para que ele liderasse uma delegação de paz no Afeganistão. "Me surpreendi por ter sido contatado", disse Jackson. No entanto, o Taleban disse que a oferta de mediação partiu de Jackson e que esta foi aceita.
Em Islamabad, Abdul Salam Zaeef, o embaixador do Taleban no Paquistão, negou que a solicitação de mediação tenha partido do governo afegão.
"Não o convidamos, mas ele se ofereceu para mediar e nosso líder, mulá Mohammad Omar, aceitou a oferta", disse Zaeef.
Leia mais no especial sobre atentados nos EUA
Leia mais no especial sobre Taleban
EUA não apóiam missão de paz de Jesse Jackson no Afeganistão
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da France Presse, em Washington Os Estados Unidos não vão apoiar a viagem do líder religioso norte-americano Jesse Jackson, que teria sido convidado pelo Taleban para uma missão de paz no Afeganistão.
"Não estamos interessados em dialogar", disse o subsecretário de Estado Richard Armitage. "Estamos interessados em ação, não em negociação. Os pedidos não estão sujeitos a um diálogo", disse.
Para Armitage, o Taleban tenta adiar a entrega de Osama bin Laden, acusado pelos EUA como o principal responsável pelos atentados contra Nova York e Washington, em 11 de setembro. "Me parece que estão tentando adiar a decisão que devem tomar", disse.
Armitage disse ainda que Jackson conversou sobre o convite do Taleban com o secretário de Estado, Colin Powell.
Armitage afirmou que embora o governo dos EUA não vá impedir que Jackson viaje ao Afeganistão, os EUA não darão nenhum tipo de apoio.
Jackson informou que Mohammed Shaheen, porta-voz do Taleban no Paquistão, pediu para que ele liderasse uma delegação de paz no Afeganistão. "Me surpreendi por ter sido contatado", disse Jackson. No entanto, o Taleban disse que a oferta de mediação partiu de Jackson e que esta foi aceita.
Em Islamabad, Abdul Salam Zaeef, o embaixador do Taleban no Paquistão, negou que a solicitação de mediação tenha partido do governo afegão.
"Não o convidamos, mas ele se ofereceu para mediar e nosso líder, mulá Mohammad Omar, aceitou a oferta", disse Zaeef.
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